sexta-feira, 29 de junho de 2018

EXPECTATIVA OU GARANTIA DE VITÓRIA?



 Os olhos do mundo estão voltados para a Rússia. Está acontecendo a vigésima primeira edição do maior evento esportivo do planeta, a copa do mundo de futebol. São trinta e duas seleções que disputam este certame, com vistas ao título de campeões do mundo. O Brasil é a única seleção que disputou todas as copas e já conquistou cinco títulos mundiais. Inobstante, o Brasil ser um dos favoritos, temos apenas expectativa de vitória e não certeza da vitória. É só lembrar o fenômeno maracanaço ocorrido em 16 de julho de 1950, quando o Brasil dependendo apenas de um empate com o Uruguai, perdeu o jogo por dois a um. Ou mais recentemente, na copa de 2014, quando o Brasil sofreu a humilhante goleada de sete a um, da Alemanha, no Mineirão. No futebol não há como ter certeza. As expectativas de vitória, não raro, transformam-se em derrotas amargas e fatídicas.
Na vida cristã, entretanto, não é assim. Nós, que cremos em Cristo, e já fomos justificados pela fé, temos garantia de vitória. Somos mais do que vencedores em Cristo Jesus. No futebol ganha o melhor; na vida cristã, é salvo aquele que crê em Cristo Jesus. No futebol, a vitória é resultado do desempenho dos jogadores em campo; na vida cristã, a vitória é resultado do sacrifício de Cristo realizado na cruz. No futebol, a taça da vitória é consequência do esforço humano; na vida cristã, a coroa da vitória é resultado da graça de Deus concedida a nós. Não somos salvos pela obra que realizamos para Deus, mas pela obra que Cristo realizou por nós na cruz do calvário. Somos mais do que vencedores não porque somos fortes ou trabalhamos para merecer a vitória; somos vencedores porque Jesus conquistou para nós, a nossa redenção.
Na vida cristã, os mais fracos são vencedores, porque a vitória não é dos fortes nem dos que correm melhor, mas daqueles que, reconhecendo sua fraqueza, confiam no Senhor. Nossa vitória não é conquistada dentro das quatro linhas do jogo da vida, mas foi conquistada na cruz. Agora, não entramos em campo para saber se vamos ganhar ou perder. Já fomos feitos mais que vencedores. Morremos com Cristo e ressuscitamos com ele. Estamos assentados com ele, nas regiões celestes, acima de todo principado e potestade. O Espírito Santo nos selou para o dia da redenção. Nosso nome está escrito no livro da vida. Ninguém pode nos arrancar dos braços de Jesus. Nada neste mundo nem no vindouro pode alterar esse glorioso resultado em nossa vida. Nossa vitória é permanente, nosso triunfo é seguro, nossa garantia é eterna.
Aqueles que já foram feitos vencedores, devem agora, viver de modo digno daquele que nos deu a vitória. Precisamos ser leais ao nosso divino Salvador. Precisamos viver de acordo com suas leis. Precisamos honrá-lo com nossa vida, exaltá-lo com nossas palavras e torná-lo conhecido pelas nossas obras. Não vivemos mais para nós, mas para o louvor de sua glória. Somos dele. Ele nos comprou por alto preço. Ele habita em nós e nos reveste de poder mediante a unção do seu Espírito. Não precisamos mais viver tristes, pois ele tirou de sobre nós o pano de saco e cinzas e nos cobriu com vestes de louvor. Agora não precisamos mais viver nos arrastando, vencidos pelas nossas fraquezas, pois temos ao nosso dispor, a suprema grandeza do seu poder, para vivermos vitoriosamente. Não podemos mais caminhar pela vida, mergulhamos no fracasso emocional, pois em Cristo temos alegria indizível, paz que excede todo o entendimento e o poder sobrenatural de sua ressurreição. É tempo, portanto, de erguemos bem alto a bandeira da vitória, dizendo ao mundo que em Cristo, não temos apenas expectativa de vitória, mas certeza da vitória!
Rev. Hernandes Dias Lopes
Fonte: http://hernandesdiaslopes.com.br/portal/expectativa-ou-garantia-de-vitoria/


terça-feira, 5 de junho de 2018

A propósito: Aonde você quer chegar?

Lucro + justiça social, competição + espiritualidade, eficiência + bem estar: atualmente, ter um propósito faz toda a diferença. E quanto antes você descobrir o seu, melhor para sua empresa. 

“Se um homem não sabe a que porto se dirige, nenhum vento lhe será favorável.”
Sêneca
Sexta feira, final do dia e do mês. Em um momento de rara tranquilidade, você, empreendedor(a), está em sua sala, olhando para o horizonte e refletindo sobre o propósito desta semana e das três que a antecederam: elas foram absolutamente frenéticas. Reuniões e mais reuniões, relatórios intermináveis para preencher, processos para acompanhar, contratações para realizar, planejamentos para coordenar, viagens de um dia; tudo embalado pela trilha estridente do telefone, que não parou de tocar.
O telefone, aliás, toca nesse momento. Escandaloso, o aparelho soa e vibra ao lado da sua caneca de café. Ambos estão na sua mesa que, com objetos espalhados e torres de papel por todos os lados, parece a maquete de uma metrópole caótica. Tudo aparentemente sem propósito. Aparentemente.
Então, após um longo suspiro e um gole de café frio, você:
1) sorri satisfeito e atende o telefone
2) deixa que toque até parar, porque você não aguenta mais
Independentemente da resposta dada para a situação hipotética acima, ela tem a ver com uma questão fundamental não apenas para qualquer empreendedor, mas para qualquer pessoa. Tem a ver com saber onde queremos chegar. Tem a ver com o propósito – e é disso que este artigo vai tratar.
Nos corações e mentes das novas gerações
Hoje em dia, felizmente, o propósito como o conhecemos voltou à pauta. A vontade maior de realizar ou conquistar algo retornou à voga, e isso é tremendamente promissor. Afinal, é consenso, entre antropólogos e outros especialistas, que as novas gerações se distinguem cada vez mais das anteriores por buscarem fazer aquilo que realmente gostam, a arriscar por aquilo que as move de fato – de acordo com a consagrada máxima de que “dinheiro é consequência”.
Há uma série de explicações para este retorno triunfal. Novas possibilidades tecnológicas, ausência de guerras significativas, conjunturas econômicas favoráveis, etc; mas deixaremos esta contextualização a cargo dos especialistas.
Aqui, vamos refletir sobre o propósito no seu âmbito, caro empreendedor. E você verá que, por mais que pareça uma discussão um pouco abstrata, é uma reflexão fundamental para qualquer atividade com a qual você venha a se envolver.
Não sei se tenho um propósito
Será? Pode até ser que você tenha, mas que utilize outro nome ou expressão: objetivo, finalidade, desígnio, etc. De toda forma, a nosso ver propósito é um termo mais exato, pois expressa justamente aquela vontade imensa que sentimos de realizar/alcançar algo.
TER UM PROPÓSITO CLARO NA VIDA É SABER ONDE SE QUER CHEGAR – E, SOBRETUDO, DISPOR DA ENERGIA NECESSÁRIA PARA ENFRENTAR A TRAJETÓRIA, QUE CERTAMENTE NÃO SERÁ FÁCIL.
Tomemos como exemplo a situação hipotética do início do texto. Claro que se trata de uma suposição; porém, se você ainda não tem um propósito bem definido, é provável que opte pela segunda opção. Afinal, quando você não tem muita ideia do que pretende realizar, nenhuma atividade será realmente de seu contento. Nenhum vento será favorável, como propôs o pensador romano Sêneca na epígrafe deste artigo.
Então, nas situações-limite – e elas são muito frequentes na vida de um empreendedor –, o mais provável é que você, irritado e infeliz, sinta vontade de mandar tudo às favas, quando deveria ser o contrário.
Mas como definir o meu propósito?
Não existe uma fórmula definitiva. Afinal, ele é o seu propósito; é uma questão muito íntima e subjetiva, com a qual cada um tem seu próprio jeito de lidar. Às vezes o propósito surge por eliminação – após nos envolvermos em uma série de atividades, enfim o descobrimos; às vezes já temos a certeza desde a mais tenra idade; às vezes o propósito surge por inspiração de alguém que você admira.
De toda forma, o fato é que um propósito não é identificado sem que façamos, em dado momento de nossas vidas, algumas perguntas incômodas a nós mesmos: qual é o sentido de viver para trabalhar? Qual o propósito de dedicar pelo menos um terço – geralmente muito mais – da minha vida a atividades cujo sentido desconheço? E talvez a mais temida de todas: sou feliz com o que faço?
“O meu propósito é o dinheiro”, você pode responder. Claro, um propósito mais do que legítimo. Porém, refazemos a pergunta: qual o propósito de ir em busca desse dinheiro? “Conforto”, “casa própria”, “viagens”, “educação de qualidade para meus filhos…”; perfeito. Mas – e pedimos perdão pela insistência –, para que tudo isso?
As perguntas são mesmo incômodas; mas as respostas podem te ajudar a ter muito mais clareza, tanto na vida quanto no momento de se posicionar diante dos clientes.
É SOMENTE AO DESCOBRIR O SEU PROPÓSITO QUE VOCÊ PODERÁ REALMENTE OFERECER ALGO AO MERCADO, DIFERENCIANDO-SE DAQUELES QUE APENAS QUEREM ALGUMA COISA DELE.
Ter um propósito é ter algo a entregar de fato
Em relação aos negócios, quando o seu propósito é bem definido, é muito provável que o da sua empresa também seja. Em consequência disso, fica muito mais fácil promover uma oferta de valor para o mercado, porque você conseguirá transmitir confiança naquilo que oferece. Se algum cliente não quiser, sem problema; outro há de querer. E aí, sim, a prosperidade financeira será mera consequência destes valores intangíveis que você oferece.
Por outro lado, se você ainda não identificou o seu propósito, é importante que comece a refletir. Primeiro porque, se for somente dinheiro, é mais difícil passar a confiança necessária para os consumidores. E segundo porque, com um propósito, a vida fica certamente muito mais leve, e os desafios que ela impõe, mais suportáveis.



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MENTALIDADE EMPREENDEDORA


O Brasil começou a se tornar um forte país de empreendedores. Em 2014 foi alcançada no país, segundo estudo realizado pela GEM (Global Entrepreneurship Monitor) no ano seguinte, uma taxa de empreendedorismo de 39,3%, o maior índice dos últimos 14 anos, e quase o dobro do registrado em 2002, quando era de 20,9%. Este índice revela uma realidade: quatro em cada dez brasileiros adultos já possuem um negócio ou estão envolvidos com a criação de uma empresa.
Percebe-se que o empreendedorismo ganha maior espaço e se faz presente em cursos de extensão, pesquisas acadêmicas e aplicadas, negócios e fomenta a própria popularização do termo empreendedor/empreendedorismo, mas seu crescimento não para por aí. Hoje em dia não está atrelado somente aquele que possui um negócio próprio, mas é interpretado como uma atitude, associada a um estado de espírito, uma cultura, um comportamento. O conceito de Ser Empreendedor é amplo e se tornou uma característica aplicável e requisitada no desenvolvimento da trajetória de todo profissional.
É interessante observar que os profissionais em desenvolvimento empreendem, e ao ampliarem os comportamentos do empreendedorismo nas próprias vidas se ampliam também as possibilidades para que se tornem protagonistas de suas carreiras e os donos de suas histórias.
Nesta trajetória, criar oportunidades, encontrar soluções, adotar outras perspectivas, ter novas ideias e transformar sonhos em realidade são algumas das características que se destacam numa mentalidade empreendedora. Estas atitudes podem favorecer a implementação de um negócio, mas podem também ser uma chave para desenvolver inúmeros aspectos na vida pessoal e profissional. No meio organizacional, por exemplo, o empreendedorismo é mais difundido com características voltadas para um ambiente interno, o intraempreendedorismo. Os profissionais, afinados com este ambiente, buscam se destacar utilizando suas capacidades de inovar, criar, gerenciar, implementar, desenvolver serviços e produtos, etc. fortalecendo a si mesmos, suas equipes e organizações. O intraempreendedor tem sido valorizado pelas organizações por agregar imenso valor aos trabalhos/projetos executados, pela autoaprendizagem, pela motivação de fazerem parte de um “time”e gerarem inúmeros resultados.
No atual cenário do mercado, competitivo e exigente, o intraempreendedor é requisitado e disputado pelas organizações por suas características, atuando como agente para a inovação, compartilhamento do conhecimento, gestão compartilhada, liderança situacional, foco nas soluções e criação de oportunidades.
Explorar o empreendedorismo, não importa se voltado para um negócio, meio organizacional, busca de emprego ou expandindo a mentalidade, certamente trará ganhos para vida. Ser empreendedor, primeiramente, é uma abertura aos comportamentos e atitudes empreendedoras, permitindo novas perspectivas. Esta jornada se inicia a partir da mentalidade empreendedora que quando fortalecida favorece a atitude de empreender-se.
Por Dino
Fonte: https://exame.abril.com.br/negocios/dino/

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quinta-feira, 26 de abril de 2018

Uma mãe chamada Ana, Um filho chamado Samuel

TEXTO BÍBLICO – I SAMUEL 1.1-2
1.1   Houve um homem de Ramataim-Zofim, da região montanhosa de Efraim, cujo nome era Elcana, filho de Jeroão, filho de Eliú, filho de Toú, filho de Zufe, efraimita. 1.2   Tinha ele duas mulheres: uma se chamava Ana, e a outra, Penina; Penina tinha filhos; Ana, porém, não os tinha.

INTRODUÇÃO
Comemorar o dia das mães é uma atitude justa.
A mãe exerce um papel indisputavelmente importante na família. Ela é capaz dos maiores sacrifícios. Por um tempo carrega os filhos no ventre, nutre-os no seio, carrega-lhes nos braços, acompanha-os a vida.
As palavras do nosso vocabulário não são suficientes para enaltecer a sublime missão  da maternidade.
No nível humano nenhum amor transcende ao amor de mãe: “Acaso, pode uma mulher esquecer-se do filho que ainda mama, de sorte que não se compadeça do filho do seu ventre? Mas ainda que esta viesse a se esquecer dele, eu, todavia, não me esquecerei de ti.” (Isaías 49.15.)
A mãe se entrega, se doa e investe o melhor do seu corpo, do seu tempo, da sua vida, dos seus recursos e dos seus sonhos na vida dos filhos.
Dia dos pais será igual ao dia das mães?
ILUSTRAÇÃO - ELOGIAR QUEM? Um homem dizia que as mães que ficam em casa na realidade não trabalham tanto. Ele explicava que a tarefas domesticas eram muito simples e fáceis de executar. Porem um dia ele foi obrigado a ficar em casa cuidando da família para a sua esposa viajar. Foi nesta oportunidade que ele decidiu fazer uma lista das suas atividades e obteve o seguinte resultado: abri a porta para as crianças - 106 vezes; fechei a porta para as crianças - 106 vezes; amarrei o cadarço dos sapatos - 16 vezes; dei biscoito para as crianças - 28 vezes; disse “nao” para o menino de 2 anos - 94 vezes; acabou-se a minha paciência - 45 vezes; preparei pão com geleia - 11 vezes; segurei o bebe no colo - 21 vezes; atendi ao telefone - 17 vezes; caminhei atrás das crianças quase 4 km; e ainda faltou relatar muitas coisas que eu não quis anotar!


                QUEM ERA ANA? v.1-2
1.1   Houve um homem de Ramataim-Zofim, da região montanhosa de Efraim, cujo nome era Elcana, filho de Jeroão, filho de Eliú, filho de Toú, filho de Zufe, efraimita. 1.2   Tinha ele duas mulheres: uma se chamava Ana, e a outra, Penina; Penina tinha filhos; Ana, porém, não os tinha.
Ana era uma pessoa piedosa que amava a Deus. Era casada com Elcana. Mas havia um vazio na vida de Ana: ela não tinha filhos.  Seu grande projeto de vida era dar à luz um filho. O seu sonho era legítimo, puro, digno. Ela queria ser mãe; mas era estéril.
Seu esposo tinha Elcana tinha duas mulheres Ana e Penina. Você pode se perguntar se é correto então der mais de uma mulher. Posso afirmar biblicamente que não. Primeiro porque quando Deus faz Adão e Eva é 1 homem para 1 mulher. Não diz a Bíblia que Deus criou 1 Adão e várias Evas. Em segundo lugar, todos homens bíblicos que tiveram várias mulheres sofreram drasticamente por esta decisão. Podemos lembrar de Abraão e a discórdia entre Sara e Agar. Outro triste exemplo é Davi que se perdeu nas trilhas de muitas mulheres. Seu filho Salomão também não logrou êxito final pois se envolve com mulheres estrangeiras. Sansão, que permitiu Dalila cortar seu cabelo. Ente tantas temos esta história da rivalização entre Ana e Penina.


DIAS DIFÍCEIS v.3
1.3   Este homem subia da sua cidade de ano em ano a adorar e a sacrificar ao SENHOR dos Exércitos, em Siló. Estavam ali os dois filhos de Eli, Hofni e Finéias, como sacerdotes do SENHOR.
Aqui nos é apresentado o nome dos filhos do sacerdote Eli: Hofni e Finéias. Esses meninos estavam sendo preparados para serem os futuros sacerdotes de Israel. Era um tempo difícil. Diz a Bìblia que Deus falava pouco com as pessoas. A humanidade estava no caminho contrário da vontade de Deus.
No capítulo 2 vemos mais sobre a vida desses adolescentes: 2.12   Eram, porém, os filhos de Eli filhos de Belial e não se importavam com o SENHOR; 2.13   pois o costume daqueles sacerdotes com o povo era que, oferecendo alguém sacrifício, vinha o moço do sacerdote, estando-se cozendo a carne, com um garfo de três dentes na mão; 2.14   e metia-o na caldeira, ou na panela, ou no tacho, ou na marmita, e tudo quanto o garfo tirava o sacerdote tomava para si; assim se fazia a todo o Israel que ia ali, a Siló.
A função dos sacerdotes era facilitar o encontro entre Deus e a humanidade. Eles entendiam que isso ocorria quando as pessoas traziam os sacrifícios (pombos, cordeiro, cereais) para agradecer a Deus ou para pedir o perdão dos pecados. Quando as pessoas vinham oferecer o sacrifício esses meninos enfiavam o garfo na panela, desrespeitando o que Deus tinha ordenado em relação as práticas de sacrifício.
2.17   Era, pois, mui grande o pecado destes moços perante o SENHOR, porquanto eles desprezavam a oferta do SENHOR.
Deus estava vendo tudo isso! Para Deus era muito grave. Deus precisava de um novo sacerdote.
2.22   Era, porém, Eli já muito velho e ouvia tudo quanto seus filhos faziam a todo o Israel e de como se deitavam com as mulheres que serviam à porta da tenda da congregação. 2.23   E disse-lhes: Por que fazeis tais coisas? Pois de todo este povo ouço constantemente falar do vosso mau procedimento. 2.24   Não, filhos meus, porque não é boa fama esta que ouço; estais fazendo transgredir o povo do SENHOR. 2.25   Pecando o homem contra o próximo, Deus lhe será o árbitro; pecando, porém, contra o SENHOR, quem intercederá por ele? Entretanto, não ouviram a voz de seu pai, porque o SENHOR os queria matar.
Além de desobedecerem os rituais de sacrifício estabelecido por Deus, o texto agora acrescenta que eles traziam mulheres para o ambiente sagrado. O pai tentava os alertar dizendo que ouvia reclamação do mau procedimento deles. O texto encerra dizendo que Deus os queria matar!


ANA, ORA POR UM FILHO v.10-11
1.10   levantou-se Ana, e, com amargura de alma, orou ao SENHOR, e chorou abundantemente.1.11   E fez um voto, dizendo: SENHOR dos Exércitos, se benignamente atentares para a aflição da tua serva, e de mim te lembrares, e da tua serva te não esqueceres, e lhe deres um filho varão, ao SENHOR o darei por todos os dias da sua vida, e sobre a sua cabeça não passará navalha.
Sabemos que Ana era estéril e ela tinha o sonho de ser mãe. Ela faz a coisa certa. Ela pedi a Deus em oração. Chora muito em oração. Faz um voto a Deus, que se engravidasse devolveria o menino a Deus.


ANA ENGRAVIDOU v.19-20
1.19   Levantaram-se de madrugada, e adoraram perante o SENHOR, e voltaram, e chegaram a sua casa, a Ramá. Elcana coabitou com Ana, sua mulher, e, lembrando-se dela o SENHOR,1.20   ela concebeu e, passado o devido tempo, teve um filho, a que chamou Samuel, pois dizia: Do SENHOR o pedi.
Aquela mulher estéril agora Deus recebe o milagre da gestação. Aquele ventre que antes era enfermo, agora recebe o toque de Deus.
Aqui temos o significado do nome Samuel: “o senhor respondeu”. Eu e a Bel colocamos o nome do nosso filho Samuel exatamente inspirado neste significado. Nós namoramos durante 03 anos a distância. EU fazendo seminário em Fortaleza e ela em Cuiabá. Em uma de nossas conversas por telefone, combinamos que se Deus nos casássemos e tivéssemos um menino, seria chamado Samuel, pois pedimos um milagre de Deus para o nosso namoro à distância.


ANA CUMPRIU O VOTO v.21-28
1.21   Subiu Elcana, seu marido, com toda a sua casa, a oferecer ao SENHOR o sacrifício anual e a cumprir o seu voto. 1.22   Ana, porém, não subiu e disse a seu marido: Quando for o menino desmamado, levá-lo-ei para ser apresentado perante o SENHOR e para lá ficar para sempre. 1.23   Respondeu-lhe Elcana, seu marido: Faze o que melhor te agrade; fica até que o desmames; tão-somente confirme o SENHOR a sua palavra. Assim, ficou a mulher e criou o filho ao peito, até que o desmamou. 1.24   Havendo-o desmamado, levou-o consigo, com um novilho de três anos, um efa de farinha e um odre de vinho, e o apresentou à Casa do SENHOR, a Siló. Era o menino ainda muito criança.1.25   Imolaram o novilho e trouxeram o menino a Eli.1.26   E disse ela: Ah! Meu senhor, tão certo como vives, eu sou aquela mulher que aqui esteve contigo, orando ao SENHOR. 1.27   Por este menino orava eu; e o SENHOR me concedeu a petição que eu lhe fizera. 1.28   Pelo que também o trago como devolvido ao SENHOR, por todos os dias que viver; pois do SENHOR o pedi. E eles adoraram ali o SENHOR.
Ana devolveu para Deus o filho que recebeu de Deus. Ela fez o voto e o cumpriu.
Quando o menino cresceu e foi desmamado ela levou Samuel à Casa de Deus e o dedicou ao Senhor por todos os dias da sua vida. Diz a Bíblia que o menino era ainda muito criança v.24
Não fosse o entendimento de que tudo é de Deus, vem de Deus e deve ser consagrado de volta a Deus e Samuel teria sido o centro da vida de Ana. Não fosse essa visão de Ana, Samuel teria sido o seu deus, a razão da sua vida.
O Pr Hernandes Dias Lopes conta que seu nascimento foi um milagre e que sua mãe o consagrou no nascimento:  Quando nasci, nos idos de 1958, no interior do Estado do Espírito Santo, minha família morava num lugar desprovido de recursos. Naquela época tudo era muito difícil no lugarejo que os meus pais viviam. Quando uma pessoa ficava doente, era levada de maca para buscar tratamento há mais de 20 quilômetros de distância. Minha mãe estava grávida do seu último filho. Em estado adiantado de gravidez, ela ficou gravemente enferma. Estava à beira da morte, quando meu pai percebeu que ela não agüentaria uma viagem de maca. Mandou um mensageiro ir à vila mais próxima buscar o farmacêutico. Ele chegou, examinou a minha mãe e disse: "Não tem jeito, ela vai morrer. O seu caso é muito grave." Meu pai, aflito, insistiu com ele para tratar de minha mãe. Ele então disse: "A única solução é sacrificar a criança que está no seu ventre. Se não tirar a criança, morre ela e o filho." Meu pai, atordoado pela dolorosa notícia, comunicou à minha mãe a opinião do farmacêutico. Ela, com determinação e fé disse: "Eu não abro mão da vida do meu filho. Estou pronta a dar a minha vida por ele. Estou pronta a morrer com ele." Naquele momento de dor, minha mãe fez um voto a Deus, dizendo: "Senhor, se tu poupares o meu filho, eu o consagrarei a ti para ser um pastor, um pregador da tua Palavra." Deus ouviu a oração de minha mãe. Ela foi curada, e eu nasci com saúde. Fui criado na roça, trabalhando na lavoura. Contudo, desde cedo tive muita vontade de estudar. No lugar onde morava, todavia, ninguém ia além do primário. Minha querida professora,que me alfabetizou, mudou-se para Vitória, a capital do Espírito Santo e convidou-me para morar em sua casa. Com doze anos de idade, sem antes nunca ter dormido uma noite fora de casa, subi na carroceria de um caminhão e fui morar numa humilde casa, à beira de um mangue. Passei dificuldades, mas levei adiante os meus estudos. Na verdade, eu tinha um sonho. Queria ser advogado e político. Não perdia um comício sequer. Gostava de ouvir os oradores. Ao completar os meus dezoito anos, tirei o meu título de eleitor e me filiei a um partido político. Todavia, aos dezenove anos, Deus colocou a sua mão sobre mim e chamou-me para o ministério. Deus mudou o curso da minha vida. Fui para o seminário me tornei pastor. Hernandes Dias Lopes é Bacharel em Teologia pelo Seminário Presbiteriano do Sul, em campinas. São Paulo e Doutor em Ministério pelo Reformed Theological Seminary de Jackson, Mississipi, Estados Unidos, pastoreia a mesma igreja  desde 1985 e tem mais de trinta livros publicados.
Quantos pais hoje têm a coragem de consagrar seus filhos para Deus como fez Ana? Como fez a mãe do Pastor Hernandes?
Muitas pessoas transformam as bênçãos de Deus em ídolos. Prosperam e colocam o seu coração na riqueza, deixando Deus de lado. Casam-se e fazem do cônjuge um ídolo, abandonando o Senhor. Têm filhos e vivem em função deles em vez de consagrá-los a Deus e criá-los para o Senhor.
O que você tem apresentado ao Senhor? Tudo o que você tem é de Deus. A casa que você mora, o carro em que você anda, o salário que você recebe, a família que você tem, a sua própria vida; tudo é de Deus.


UMA MÃE CUIDADOSA cap. 2 v.18-21
2.18   Samuel ministrava perante o SENHOR, sendo ainda menino, vestido de uma estola sacerdotal de linho. 2.19   Sua mãe lhe fazia uma túnica pequena e, de ano em ano, lha trazia quando, com seu marido, subia a oferecer o sacrifício anual. 2.20   Eli abençoava a Elcana e a sua mulher e dizia: O SENHOR te dê filhos desta mulher, em lugar do filho que devolveu ao SENHOR. E voltavam para a sua casa.
Samuel era um filho que alegrava o coração dos seus pais. Ainda menino, já estava com sua estola sacerdotal fazendo a vontade de Deus para sua vida. Sua mãe ia uma vez por ano o visitar, e levava um presente para ele: uma túnica.
Depois Ana vai ter outros filhos: 2.21   Abençoou, pois, o SENHOR a Ana, e ela concebeu e teve três filhos e duas filhas; e o jovem Samuel crescia diante do SENHOR.
ILUSTRAÇÃO - Um garoto que padecia de uma terrível surdez parcial. Certo dia, ao voltar da escola trouxe consigo um recado para seus pais. Em secas linhas, a professora sugeria a estes que o melhor que fariam seria tirar o menino da escola. E explicava por que: “ele não tem inteligência para aprender nada” . Em vez de deprimir-se com o pessimismo do recado, a mãe do garoto simplesmente afirmou: — E claro que meu filho Tom tem inteligência para aprender, sim. Eu mesma serei a professora dele. A partir dai, além da tarefa da criação, tomou sobre os ombros também a da instrução escolar de seu filho.  Tom aprendeu, cresceu, tornou-se um bom profissional. E quando morreu, anos mais tarde, o pais inteiro o homenageou, apagando as lâmpadas por um minuto, lâmpadas que ele próprio havia inventado. Tom — era assim que a família de Thomas Edison o chamava  — inventou não somente a lâmpada, mas também a câmara fotográfica, o mimeografo, o fonografo, o transmissor a carvão, o filme movimentado, o gravador, o microfone e mais de mil outras coisas  registradas como invenções suas.
Assim como a mãe do Samuel, a mãe de Tomas Edison, são mães cuidadosas. Que se preocupam com seus filhos e investem em seus filhos.
As vezes esses filhos são ingratos! Se esquecem dos benefícios que os pais fizeram por ele.
ILUSTRAÇÃO - TOTALMENTE PAGO - Uma tarde, um menino aproximou-se de sua mãe, que preparava o jantar, e entregou-lhe uma folha de papel com algo escrito. Depois que secou as mãos e tirou o avental, ela leu: * Por ter cortado a grama do jardim: R$3,00 * Por limpar meu quarto esta semana: R$1,00 * Por ir ao supermercado em seu lugar: R$2,00 * Por cuidar de meu irmaozinho enquanto voce ia as compras: R$2,00 * Por tirar o lixo toda semana: R$1,00 * Por ter um boletim com boas notas: R$5,00 * Por limpar e varrer o quintal: R$2,00 * TOTAL DA DIVIDA: R$16,00 A mae olhou o menino, que aguardava cheio de expectativa. Finalmente, ela pegou um lapis e no verso da mesma nota escreveu: * Por levar-te nove meses em meu ventre e dar-te a vida – NADA * Por tantas noites sem dormir, curar-te e orar por ti – NADA * Pelos problemas e pelos prantos que me causastes – NADA * Pelo medo e pelas preocupacoes que me esperam – NADA * Por comidas, roupas e brinquedos – NADA * Por limpar-te o nariz – NADA * CUSTO TOTAL DE MEU AMOR – NADA Quando o menino terminou de ler o que sua mae havia escrito tinha os olhos cheios de lagrimas. Olhou nos olhos da mae e disse: ”Eu te amo, mamae!!!” Logo apos, pegou um lapis e escreveu com uma letra enorme: TOTALMENTE PAGO!”


CONCLUSÃO
2.21   Abençoou, pois, o SENHOR a Ana, e ela concebeu e teve três filhos e duas filhas; e o jovem Samuel crescia diante do SENHOR.
O sonho de Deus para Ana não era apenas que ela fosse mãe, mas mãe do maior profeta daquela geração. Samuel não seria um homem comum, mas aquele que traria o povo de Israel de volta para Deus, o último e o maior juiz de Israel.
Samuel seria o homem que restauraria a credibilidade do sacerdócio tão desgastado com o ministério repreensível de Hofni e Fineias. Samuel seria o grande instrumento que Deus usaria para ungir Saul como o primeiro rei de Israel e Davi como o seu sucessor

Edição Especial do Dia das Mães da Revista Primícias













segunda-feira, 23 de abril de 2018

CULTIVE A HUMILDADE E NÃO SEJA UM GABOLA


“Como nuvens e ventos que não trazem chuva, assim é o homem que se gaba de dádivas que não fez”(Pv 25.14).

A gabolice é uma atitude mesquinha e reprovável. O gabola é aquele indivíduo que tem necessidade de contar vantagem sobre si mesmo. Está sempre enaltecendo suas próprias virtudes. Sempre contando suas façanhas com o propósito de receber o aplauso dos homens. Sempre estadeando suas dádivas generosas. Sempre exagerando em suas palavras, colocando-se num lugar de honra que jamais mereceu. A gabolice, também, pode ser notada, quando o indivíduo disfarça o seu complexo de inferioridade usando a máscara do complexo de superioridade. Quem constantemente precisa se autoafirmar, contando histórias onde ele sempre é o herói ou tem necessidade de contar seus feitos, suas obras, seu desempenho e sua desenvoltura com o propósito de afagar seu próprio ego, demonstra ser uma pessoa imatura.

O texto em epígrafe revela que o homem que se gaba de dádivas que não fez é uma farsa, um embuste, uma nuvem falaz. Troveja e relampeja suas obras caridosas sem as ter praticado. Suas palavras parecem nuvens carregadas de chuvas benfazejas. Mas, todas esses relatórios de benemerências não passam de mentiras deslavadas. Sua verborragia benevolente são nuvens passageiras que vêm e vão sem deixar cair sequer uma gota de misericórdia sobre os necessitados. O gabola é um mentiroso. Suas palavras não merecem confiança. É pródigo de bondade apenas nos lábios, porém, suas mãos nunca se estendem para socorrer o aflito. Sua bondade é uma miragem. Seus feitos de misericórdia são uma ficção. Suas promessas são uma frustração. O gabola é como nuvem passageira e como vento uivante que não produz chuva por anda passa.

Jesus nos ensinou a sermos misericordiosos, mas com discrição, sem fazer propaganda de nossas obras. Dar esmola e depois tocar trombeta, jejuar e depois fazer propaganda de sua espiritualidade é uma atitude mesquinha. Orar de pé com o fim de ser visto pelos homens e depois estadear diante de Deus suas virtudes espirituais não passa de indisfarçável hipocrisia. Há um adágio popular que diz que “lata vazia é que faz barulho”. Quem é, não precisa fazer propaganda de si mesmo. O autoelogio é uma atitude imprópria para um cristão maduro. Bater palmas para si mesmo e colocar-se acima dos outros é uma evidência eloquente de consumada imaturidade.

A palavra de Deus é enfática em dizer que Deus dá graça aos humildes, mas resiste aos soberbos. A bem-aventurança não está na arrogância espiritual, mas na singeleza de coração. Jesus ensinou: “Bem-aventurados os humildes de espírito, porque deles é o reino dos céus”. Os humildes de espírito são aqueles que têm plena consciência de sua pobreza. Sabem que nada têm para reivindicar qualquer direito diante de Deus. Chegam à presença de Deus conscientes de sua total falência e carentes da graça. Esses são felizes e a esses pertence o reino dos céus. Porém, os arrogantes, cheios de si, que ostentam suas pretensas virtudes, são despedidos vazios e não são justificados diante de Deus.

Oh, que Deus nos livre da soberba! Oh, que nosso coração fuja da sedução enganadora da gabolice! Oh, que o nosso coração se humilhe sob a onipotente mão de Deus e que não sejam nossos próprios lábios que nos louvem! É tempo de sermos maduros na fé e chorarmos pelos nossos pecados em vez de alardearmos nossas virtudes!

Autor: Hernandes Dias Lopes – Pastor e Conferencista da Igreja Presbiteriana do Brasil. Autor de mais de 100 livros

Fonte: http://hernandesdiaslopes.com.br

Doenças do Brasil


Arnaldo Jabor, comentarista da CBN, é conhecido por seu sarcasmo e sua refinada ironia. Recentemente falou sobre algumas doenças que os brasileiros sofrem:

A primeira é a da apatia, do grupo resignado e que diz “não dá para fazer nada”;

A segunda, do cinismo, que olha para a situação toda de descalabro e descaso e diz “tem mais é que meter a mão, não vou respeitar mais nada, eles é que estão certos”;

A terceira, a indiferença, que afirma: “nem ligo mais para as coisas que estão acontecendo, na verdade nem quero saber de ouvir as notícias”;

A quarta é do ódio, pessoas que se tornam reativas e respondem à situação com raiva, “tem mais é que matar estes canalhas, colocar todos num paredão e exterminá-los!”,

A quinta, do radicalismo, são os kamikazes, suicidas vivos que dizem: “ainda bem que vou morrer um dia e para de ver estes canalhas em ação”, ou de atitudes radicais: “Fecha o Congresso! A ditadura tem de voltar!”

É natural que o excessivo contato com bactérias e fungos da corrupção e a exposição constante à radioatividade do mau humor e do cinismo dos poderes constituídos no Brasil, quebrem o sistema de imunidade do corpo e o levem a se tornar vulnerável e frágil, expostos às mazelas e enfermidades que circulam pelo intoxicado ar da combalida democracia brasileira. Em situações assim, precisamos de um bom sistema de proteção e bons antídotos que nos protejam.

Creio que um episódio da história mundial, pode nos inspirar. A operação Dínamo, evacuação militar que se deu em Dunkirk, na França, entre os dias 26 de maio e 4 de junho de 1940, entrou para a História como um dos momentos mais dramáticos da Segunda Guerra Mundial. As tropas britânicas que se encontravam naquela região da França empurradas pelos nazistas e chegaram a uma estreita faixa de área do Canal da Mancha. A situação dos 330 mil soldados se tornou desesperadora, a não ser que os britânicos enviassem embarcações para resgatá-los, e então aconteceu o inesperado. A Marinha Britânica convocou os civis a cruzarem o Canal e participarem da evacuação dos soldados. Incrivelmente, entre 800 e 1,2 mil embarcações, entre barcos pesqueiros, iates, se apresentaram para ajudar no resgate. E, no final, graças às incontáveis idas e vidas das pequenas embarcações civis cerca de 338 mil soldados foram salvos.

Nesta ocasião, Winston Churchil fez um dos mais importantes discursos da história: “... Nós não devemos enfraquecer ou fracassar. Iremos até ao fim... nunca nos renderemos”. Grandes crises são oportunidade de mudanças significativas. Homens fortes são forjados na luta e nos tempos de dificuldade, grandes estadistas e cidadãos surgem em períodos de derrocada e fracasso.

Autor: Samuel vieira. Pastor na Primeira Igreja Presbiteriana de Anápolis desde 2002
Fonte: http://revsamuca.blogspot.com.br/



UM REAVIVAMENTO NA FAMÍLIA


O que é uma família? Entre as mais variadas definições que já li sobre o assunto, uma particularmente me comove: “Uma família é um excitante trabalho artístico, porque uma arte necessita de trabalho”.

Todas as coisas belas, boas, significativas e frutíferas exigem trabalho, concentração, muita energia, preparação, atualização e, sobretudo, a bênção do Deus vivo. Assim, para se conseguir que a família seja uma bela “criação artística”, é preciso um investimento de tempo, ânimo, aprendizagem, prática, humildade para redirecionar caminhos, ânimo e perseverança para dar tempo às pessoas (ou nós mesmos) de mudarem os seus caminhos, e um inegável compromisso: “Se depender de mim, essa família vai ser uma bênção”.

Numa das orações de avivamento o salmista diz assim: “Porventura não tornarás a vivificar-nos, para que em ti se regozije o teu povo?” (85.6).
Uma família avivada será uma família alegre. O ambiente do lar será leve, afável, amigo, carinhoso. Qualquer visitante ou hóspede perceberá a presença sensível do Espírito Santo, que é o gerador deste fruto: amor, alegria, paz, bondade, fidelidade, longanimidade, domínio próprio. (Gl 5.22-23)

Este trabalho artístico de construção de um lar requer nossa cooperação com Deus. Operamos juntos com Deus quando cultivamos um trato e terno como membros da família. Há três expressões que são usadas à vontade quando se tem visita em casa: “por favor”, “dá licença” e “muito obrigado”. Ora, essas palavras produzem grandes mudanças no ambiente familiar, se usadas abundantemente uns para com os outros.

Além disso, procuremos evitar a qualquer custo o trato ríspido, a gritaria, a zombaria, a ironia ferina. Esmeremos no trato com palavras carinhosas e positivas. Peçamos ao Senhor graça para “aqueles momentos”, quando a impaciência, via de regra, nada de braçadas.
Todos, uma e outra vez, falharemos. Não queríamos agir insensatamente e eis que o “velho adão”, aquela natureza dura, pecaminosa, se manifesta. O que faremos agora? Bem, agora é hora de usar o melhor remédio para curar essas feridas emocionais: a confissão do erro e o pedido sincero de perdão. “Perdoando-vos uns aos outros como Deus em Cristo vos perdoou caso alguém tenha motivo de queixa contra outrem” (Cl 3.12).

Após esse exercício espiritual de humilhação sincera, ore com o ofendido e peça-lhe para orar com você, selando assim a cura daquela ofensa e fechando brechas espirituais.

Jeremias Pereira - Pastor Titular Oitava Igreja Presbiteriana de Belo Horizonte desde 1990.

Fonte: www.oitavaigreja.org.br