terça-feira, 13 de setembro de 2016

CHEGOU A HORA DO VOTO

Qual a nossa disposição para votar nesta próxima eleição? Certamente a grande maioria ainda está sob o efeito do Impeachment da Presidente Dilma Rousseff. Esse sentimento torna-se mais indefinido depois que o Senado não aprovou a perda dos direitos políticos dela como havia acontecido com o ex-presidente Fernando Collor. Ficou aquele cheirinho de pizza no ar que tanto incomoda o brasileiro e o faz desacreditar na classe política de nosso país.
               Quando Paulo escreveu a Timóteo aconselhando-o à usar de súplicas, orações e intercessões em favor de todos os que se acham investidos de autoridade ele tinha um propósito claro: paz e prosperidade. Ele termina afirmando que isso é bom e aceitável diante de Deus. Nesse período em que Paulo escreveu a situação política era totalmente desfavorável para os cristãos. A grande maioria era vista como um grupo sectário e em muitas cidades havia forte perseguição. O regime político era Imperial. O sistema democrático ainda estava sendo germinado através do Senado Romano. Na maioria das cidades o imperador romano constituía o próprio governador como foi o caso de Pilatos na época em que Jesus estava vivo em Jerusalém. Essas observações são feitas para mostrar que mesmo num ambiente hostil como aquele o apóstolo Paulo exorta o jovem pastor Timóteo a orar e interceder por todas as autoridades da época.
                O que Paulo tem em mente é aquilo que ele ensina mais claramente em Romanos 13.1-7. Para ele todas as autoridades são constituídas por Deus e que devemos respeitá-las e honra-las para que não sejamos disciplinados por ela. É bem verdade que Paulo não entra no mérito de como essas autoridades são instituídas por Deus. Mas o fato é que depois que estão lá devemos honra-los. Porém honra-los não significa que devemos concordar com todas as suas decisões e atitudes. No sistema democrático a voz do cidadão tem um peso muito maior do que em qualquer outro regime ou sistema político. Graças a Deus!
                Olhando para o que Paulo escreveu e observando atentamente o nosso momento histórico percebemos que temos nas mãos a grande responsabilidade de escolher bem nossas futuras autoridades. Essas autoridades, prefeito e vereadores carregam uma função extremante importante e devemos usar toda a nossa experiência para escolher aqueles que possuem mais capacidade para gerir toda uma cidade e legislar em função dela.
                No sistema democrático o cidadão tem não só a oportunidade de opinar mas também o dever de faze-lo! Ou seja, qualquer cidadão deve acompanhar de perto todos os projetos que os vereadores estão propondo e as decisões que o prefeito e seus secretários estão tomando. Com a chegada da internet e consequentemente das redes sociais essa tarefa ficou muito mais fácil e rápida. É possível dizer que agora podemos acompanhar em tempo real todas as transformações do nosso município.
                Lembre-se: no sistema democrático, todo prefeito e vereador trabalha para o povo e não para si mesmo. Ele deverá prestar conta de suas atitudes a cada mês. E através da internet todo cidadão poderá saber se ele está fazendo jus ao cargo que lhe foi confiado.

                Lembre-se: tem muita coisa em jogo nos próximos quatro anos, por isso se faz necessário pedir toda a orientação a Deus através da oração! Você já suplicou a Deus que lhe ajude na escolha das pessoas que irão reger o seu munícipio? Essa é a hora! Faça o certo, faça com responsabilidade: chegou a hora do voto!

AUTOR: Herbert Pereira de Oliveira - Igreja Presbiteriana de Vila Operária

ZAQUEU – UM ENCONTRO DE SALVAÇÃO – LUCAS 19.1-10


Dentre os
encontros que pessoas tiveram com Jesus Cristo em seu ministério terreno, talvez o de Zaqueu seja um dos mais conhecidos em nossos dias. Recentemente, uma música sobre ele fez tanto sucesso que até em bailes funk e boates costumava-se parar o batidão para cantar “Como Zaqueu, quero subir, o mais alto que eu puder…”
O publicano Zaqueu, possivelmente, era bem conhecido na cidade de Jericó, mas, nem por isso, benquisto. Seu ganha-pão (cobrar impostos) causava repulsa em seus conterrâneos, o que provavelmente o relegava a um ambiente de isolamento social, ainda que tivesse feito uma boa fortuna. Tanto que, quando Jesus resolveu se hospedar em sua casa, a murmuração tomou conta das ruas: como um rabino do porte de Jesus poderia se engajar em comunhão com um maldito cobrador de impostos?
O resultado de tamanha ousadia não poderia ser outro: transformação de vida e salvação, e aqui eu gostaria de ressaltar algumas lições que podemos aprender a partir desse texto:
1) Não interessa o tamanho da multidão, Jesus nos vê e nos conhece. A multidão que acompanhava Jesus já era grande, e ainda aumentou após Ele ter curado o cego Bartimeu (veja o final de Lucas 18). Entretanto, Jesus “acha” Zaqueu em cima da árvore e o chama pelo nome, evidenciando saber sobre vida daquele homem ao se convidar para ficar hospedado em sua casa. O mesmo acontece conosco. Jesus sabe quem somos, o que fizemos e que fazemos. Ele sabe os detalhes mais íntimos do nosso coração e, mesmo assim, nos busca em meio à multidão.
2) Não interessa o que os outros achem de você, para Jesus, você é alvo de seu amor. A profissão de Zaqueu fazia dele uma pessoa desprezada, evitada por todos, mas não para Jesus. Pelo contrário, o Senhor vai em sua direção, não com palavras de desprezo, mas de vida eterna. Da mesma forma, quem você acha que é ou a maneira como as pessoas costumam lhe tratar não tem relação com a maneira como Jesus Cristo olha para sua vida. Os caminhos dele são incomparavelmente superiores.
3) Quando conhecemos a Cristo, até as trevas se tornam algo para abençoar. Talvez Zaqueu tenha aceitado ser um cobrador de impostos por ganância, mas, depois da ilustre visita, o seu dinheiro passou de motivo de ódio para um instrumento de bênção, especialmente aos mais pobres. Deus não joga nada de sua vida na lata do lixo. Até as experiências negativas com o pecado podem ser usadas pelo Pai para fortalecer outros em luta.
Não é à toa que Zaqueu é um personagem tão cantado em músicas. Sua experiência com Jesus é também nossa experiência, pois Jesus continua nos buscando “pelo nome”, nos transformando de dentro para fora e nos usando para abençoar o próximo. Quando achamos que estamos buscando a Cristo, na verdade, é Ele quem nos busca.
Auto: Luís Fernando Nacif Rocha é pastor auxiliar da Oitava Igreja Presbiteriana de Belo Horizonte
Fonte: http://www.oitavaigreja.org.br/zaqueu-um-encontro-de-salvacao-lucas-19-1-10/


EQUILÍBRIO

Não é fácil manter o pêndulo do equilíbrio na sua posição correta. Em inglês, a palavra para equilíbrio é “balance”, que na língua portuguesa sugere movimentos, como uma gangorra ou balanço de um parque infantil. A arte de “balancear” a vida é desafiadora.

Uns comem demais. Neuroticamente se tornam devoradores, vorazes, gulosos. O corpo entra em colapso pelo excesso de proteína e carboidrato. Outros comem de menos, ou se recusam a comer, comem pouco ou mau. As disfunções neuróticas brotam a partir da obsessão por uma imagem distorcida de si mesmo e a disfuncionalidade surge em seus casos extremos com a bulimia, anorexia e a fobia à alimentação. Alimentar-se moderadamente é saudável e bom, mas ficar obcecado por comida e transformar-se num guloso compulsivo é péssimo; por outro lado, a obsessão por regime ou corpo perfeito é doentio. Em ambos, perde-se o equilíbrio.

Uns se desequilibram quanto ao uso do dinheiro. Por um lado, surgem os acumuladores e avarentos, que mesmo tendo o suficiente não sabem usar seus recursos. Não possuem o dinheiro mas são possuídos por ele. De outro, encontram-se os perdulários, consumistas e gastadores vorazes, que compram o que não precisam, com dinheiro que não tem, para impressionar pessoas que não gostam. Estes fazem a alegria das agências financeiras e sistemas bancários, já que estão sempre no limite do cheque especial e cartão de crédito. Nos dois casos, o desequilíbrio está presente.

As disfunções não existem apenas na comida e dinheiro. Podem surgir na educação dos filhos: uns adotam uma disciplina rígida, legalista, rígida; outros tornam-se frouxos e liberais, que nunca conseguem contrariar e disciplinar seus filhos. No sexo, uns são relativistas e promíscuos; outros, optam pela abstinência e castração. No uso do tempo, alguns são criteriosos, organizados, obcecados por horário e adoecem por isto; outros são desorganizados e irresponsáveis. Até mesmo na espiritualidade podemos encontrar desequilíbrio. Uns são fanáticos, ascetas; outros, cínicos e indiferentes. Em todos estes exemplos vemos como o pêndulo oscila perigosamente para um lado ou para outro.

Outro ponto que podemos considerar é que, geralmente, não percebemos as rotineiras oscilações. Achamos que nossa atitude não é tão grave assim, e nos justificamos, sem perceber que pequenos desequilíbrios podem trazer graves distorções. Qualquer que seja o nível de nossa “labirintite existencial”, corremos risco. O problema é que nunca temos suficiente equilíbrio em todas as áreas.

Quando encontramos equilíbrio, os movimentos do balanço, não pendem excessivamente para um lado para o outro. Podem temporariamente se desorganizar, mas logo surge a necessidade de  recuar, refletir e trazer o corpo e a mente para o ponto central do fulcro. Só assim poderemos nos divertir, sem sermos inconsequentes, entendendo que às vezes a gangorra vai para um lado ou para o outro, mas há sempre um lugar central, onde o pêndulo pode reorganizar-se

Autor: Samuel Vieira é pastor na Primeira Igreja Presbiteriana de Anápolis, GO.

http://revsamuca.blogspot.com.br/

FIDELIDADE

           
Um empregado foi despedido por seu patrão por afir­mar que não poderia trabalhar aos domingos, por motivo de consciência:
- Ainda que conheça o regulamento da casa, ainda que o sustento da minha pobre mãe dependa do meu emprego, sinto que não posso trabalhar aos domingos. O senhor me desculpe!
Então vá ao Departamento de Pessoal segunda-feira, para receber suas contas - disse o patrão.
Certo dia, conversando com um banqueiro que precisa­va de um empregado, o ex-patrão indicou o nome daquele que tinha sido despedido por não querer trabalhar aos do­mingos. Recomendou-o considerando-o ideal para ser cai­xa no banco.
-  Mas você o despediu, disse o amigo.
-  Sim, eu o despedi, porque não queria trabalhar aos domingos, mas um homem que pode perder o emprego para não violentar a sua consciência e princípios, servirá muito bem como caixa e pessoa de confiança.
"Quem é fiel no mínimo, também é fiel no muito; quem é injusto no mínimo também é injusto no muito. Pois, se nas riquezas injustas não fostes fiéis, quem vos confiará as verdadeiras? E, se no alheio não fostes fiéis, quem vos dará o que é vosso?" (Lc 16.10-12).

Autor desconhecido.
Extraído de: http://www.hebert.com.br/


DESAFIOS DAS MÍDIAS SOCIAIS PARA OS CRISTÃOS

As mídias sociais trazem vários desafios para aqueles cristãos que as utilizam. O desafio maior é manter estas posturas:
1) Domínio próprio, para não desperdiçar tempo demais com as mídias sociais;
2) Uma mente pura, para não se deleitar e nem compartilhar notícias, vídeos, postagens, e fotos que promovem a impureza;
3) Sensatez, para não dar crédito a tudo que lê e vê - há muita desinformação e notícias falsas propositadamente plantados nestas redes de relacionamentos;
4) Sobriedade, para não desnudar sua vida e de sua família em público, trazendo online para dentro de sua casa e de sua intimidade pessoas que você não conhece;
5) Paciência para lidar com comentários, opiniões e criticas de pessoas que não têm educação, bom senso, mancômetro ou qualquer condição de manter um diálogo ou participar de um debate de forma inteligente e cortês.
6) Sabedoria, para não se precipitar em responder e reagir à provocações. Não há fim pacífico para brigas compradas com insensatos e contenciosos.
7) Humildade para entender que apesar do livre acesso à internet permitir que todos escrevam textos e comentem o que quiserem, que isto não faz de você um teólogo, um bom escritor ou um sábio em seus pronunciamentos.

Autor: Augustus Nicodemus Lopes
Pastor da Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia

Fonte: https://www.facebook.com/AugustusNicodemusLopes/

APOSENTADO: CUIDADO COM A “RENOVAÇÃO” DO SEU EMPRÉSTIMO

Ao somarmos as facilidades na obtenção do chamado empréstimo consignado e a forte crise financeira que assola todo o país, tem sido raro encontrarmos algum aposentado que não venha fazendo uso da referida modalidade de empréstimo.
Em geral são empréstimos celebrados a longo prazo (em alguns casos podendo chegar a 10 anos) e que possuem como clientes pessoas que já sofrem com maiores limitações causadas pela idade, o que dificulta o acompanhamento sobre a regularidade dos mesmos.
Diante disso, algumas instituições financeiras e seus agentes tem se utilizado de uma perniciosa manobra de “renovar” automaticamente empréstimos então contratados.
Assim, por exemplo, após receber 20 parcelas das 60 restantes, a instituição financeira comunica o INSS sobre a “renovação” do empréstimo, passando ele a ter mais 60 parcelas.
E o pior, em inúmeros casos esta “renovação” ocorre sem que tenha sido liberado qualquer saldo a favor do aposentado.
Como envolvem parcelas de valor fixo dentro de um empréstimo celebrado a longo prazo, dificilmente o aposentado perceberá a tal “renovação”, até por que ele sabe que sofrerá desconto do primeiro empréstimo que foi devido, não visualizando qualquer alteração.
Por isto é fundamental que os aposentados que tenham contratado algum empréstimo consignado tenham o cuidado de irem ao INSS regularmente a fim de acompanhar o histórico de pagamento de seu benefício.
Na eventualidade do aposentado ter sido vítima do verdadeiro golpe da “renovação”, sugere-se que ele registre o fato na delegacia de polícia civil e que mova ação judicial questionando o fato, protestando pela nulidade do negócio, acrescido com pedido de indenização por dano moral e material.
Márcio Luís, advogado e mestre em direito pela UnB.



Cinco Dicas para se tornar um Pai Melhor

1. Seus filhos podem ficar com menos de quase qualquer coisa se isso significar ter mais de você
Não me lembro quem compartilhou esse princípio comigo primeiramente, mas me ajudou a manter minhas prioridades no lugar. Embora seja minha responsabilidade prover para minha família, e eu levo esse dever muito a sério, eu também entendo que a minha presença física em suas vidas é mais importante do que dar-lhes o mais novo videogame.

2. Não use a raiva para obter ações de seus filhos, use a ação para obter ações de seus filhos. Dr. James Dobson do Focus on the Family ensinou esta lição. Ele me desafiou a não responder aos meus filhos com raiva e emoção para fazê-los se comportar. Em vez disso, eu tento (e ainda muitas vezes fracasso) comunicar claramente a consequência pelo mau comportamento e, em seguida, tento agir imediatamente de forma equilibrada para realizar a disciplina quando as crianças se comportam mal.

3. Você não precisa ser a influência mais brilhante ou bonita da vida de seus filhos; você apenas tem que ser a mais próxima
O Pastor Mike Breaux contou uma história sobre estar fora em uma noite de verão e notar todas as luzes: A lua, as estrelas, luzes distantes da cidade, etc., mas quando um vagalume ascendeu bem ao lado de seu olho, aquele pequeno inseto luminoso era tudo o que ele conseguia ver. Ele disse que nós precisamos ser assim com nossos filhos. Ser a luz mais próxima e eles sempre irão notar sua presença e influência.

4. Regras não significam nada sem relações
Um casal que eu admiro muito que foram casados por 50 anos e criaram quatro filhos de sucesso, compartilharam este princípio conosco. Eles disseram que seus filhos não se preocupam com suas regras até eles terem certeza de que suas regras são motivadas pelo amor.

5. Não tente fazer isso sozinho
Embora os pais sejam responsáveis pelos filhos, pais não devem sentir como se estivessem sozinhos. Conecte-se com uma igreja saudável, com bons amigos e com mentores confiáveis que possam investir em você e em seus filhos. Sua família será mais saudável e forte devido a esses relacionamentos.

BÔNUS (Dica para o casamento)
Não deixe seu casamento de lado por causa de seus filhos. Um dos maiores presentes que você pode dar aos seus filhos é a segurança que vem de ver sua mãe e pai em uma relação de compromisso amoroso um com o outro. Ame bem o seu cônjuge, porque seus filhos estão vendo e você está lhes ensinando como deve ser o amor e o casamento.


Pr. Josué Gonçalves
Presidente em Família Debaixo da Graça
Casado com Rousemary Maia, pai de três filhos: Letícia, Douglas e Pedro. É pastor, terapeuta familiar e conferencista internacional. Exerce um ministério específico com famílias desde 1990 tendo ministrado em todo o Brasil, EUA, Canadá, Europa, Japão e outros países. Autor de várias obras, é membro da CGADB e AEVB.

Fonte: www.amofamilia.com.br