quarta-feira, 7 de agosto de 2019

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Ultimato

Em 2019 foi lançado Vingadores: Ultimato, o último blockbuster da Marvel, quebrando recordes de bilheteria. O filme é a culminância de um ambicioso arco de história que abrange 22 filmes que a Marvel Studios começou a planejar há 14 anos. Ultimato traz esse planejamento à sua conclusão final. Possivelmente seja o filme mais aguardado já produzido.

Em contraste, considere as palavras de abertura do Novo Testamento, registradas no Evangelho de Mateus:

“Livro da genealogia de Jesus Cristo, filho de Davi, filho de Abraão”.

De imediato, as palavras podem não parecer excitantes, mas podem ser as palavras mais explosivas já escritas. Embora sejam as primeiras palavras do Novo Testamento, elas verdadeiramente ecoam o primeiro livro do Antigo Testamento, Gênesis 5.1: “Este é o livro da genealogia de Adão…”. Em outras palavras, a abertura do Evangelho de Mateus não é entediante; ela é incrivelmente dramática. Mateus está dizendo que a história de Jesus é um evento memorável, que não apenas dá continuidade à história bíblica, mas também transforma a história bíblica e toda a história da humanidade em algo novo. Mateus está começando o seu Evangelho, sinalizando para todos que conhecem a história, que este é o “Ultimato” da história da humanidade, muito mais importante que um filme; que não foi planejado por mais de 15 anos, mas pelo próprio Deus, ao longo de mil gerações.

Que tipo de homem pode ser a figura transformadora, o ponto principal da história? Quem é essa pessoa e o que ela veio fazer? Mateus pode começar com uma genealogia “chata”, mas, na verdade, ele responde à própria questão da identidade de Jesus e oferece uma filosofia da história completa no processo.

Considere o que Mateus está afirmando logo nas suas palavras iniciais. Ele está contando a história de transformadora de um homem chamado Jesus. “Jesus” era um nome popular e importante entre os judeus do primeiro século. Era a versão grega de “Josué”, uma figura fundamental na história judaica, que reconhecidamente conduziu Israel para a Terra Prometida e, finalmente, cumpriu as promessas de Deus ao seu povo. De modo apropriado, o nome significa “O Senhor é salvação”.

Mas esse não era um homem comum cujo nome era “Josué”. Mateus lhe dá um segundo título e diz que esse homem era Jesus Cristo. “Cristo” não era o seu sobrenome. Não havia ninguém no primeiro século que desse ao filho o nome de “Cristo”. Isso porque Cristo significava Messias, “o Ungido”. No Antigo Testamento esse título foi originalmente reservado para profetas, sacerdotes e reis. Mas veio a ser associado com o Salvador que Deus prometeu enviar para redimir o seu povo – sua promessa de enviar uma semente que esmagaria a cabeça da serpente, de enviar um descendente que abençoaria o mundo inteiro, de enviar um profeta que resgataria o seu povo, de enviar um sacerdote que expiaria os seus pecados, de enviar um rei que restauraria o reino.

Em seguida, Mateus o chama de “filho de Davi”, em si mesma uma expansão da expectativa messiânica. O “filho de Davi” era o cumprimento das promessas pactuais de Deus a Davi, de que um dos seus descendentes construiria uma casa para o nome de Deus, triunfaria sobre os inimigos de Deus, levaria o seu povo a um reino de paz e reinaria por toda a eternidade.

Finalmente, ele o chama de “filho de Abraão”. Antes mesmo de Davi, Abraão foi o primeiro a receber uma promessa pactual de Deus. Depois que Abraão ofereceu Isaque, o anjo de Deus lhe disse: “Jurei por mim mesmo… porquanto fizeste isso e não me negaste o teu único filho, que deveras te abençoarei e certamente multiplicarei a tua descendência como as estrelas dos céus… a tua descendência possuirá a cidade dos seus inimigos, nela serão benditas todas as nações da terra” (Gênesis 22.16-18). O cumprimento dessa promessa se tornou parte da esperança messiânica – que um dos descendentes de Abraão possuiria “a cidade dos seus inimigos”, e nele “todas as nações da terra seriam abençoadas”.

Você entende por que as palavras iniciais de Mateus podem ser as palavras mais explosivas jamais escritas? Este é o ponto culminante das promessas de Deus por milhares de anos. Este é o blockbuster mais esperado no céu ou na terra. Este é o Ultimato. Este é o nome que muda tudo, de maneira que não estamos mais falando a respeito da história da humanidade sob Adão. Estamos começando a história da humanidade sob Jesus Cristo. Daqui em diante, nada será igual. A partir deste ponto, toda a história da humanidade depende da identidade deste homem e do seu relacionamento com ele!



Autor: Matt Foreman

Fonte: https://voltemosaoevangelho.com


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Equívocos

Uma das conhecidas máximas de Sócrates, filósofo grego, é a seguinte: “Quanto mais sei, mais sei que nada sei”.

Como facilmente julgamos erroneamente o que vemos, ou interpretamos de forma incorreta o que nos é dito. É fácil se equivocar no julgamento dos fatos, assim como é fácil se equivocar acerca das pessoas.



Na Bíblia há um relato interessante sobre isto. O profeta Samuel é enviado por Deus à casa de Jessé para ungir um de seus filhos para ser rei em Israel. Eram oito filhos, incluindo Davi que não estava presente, e quando Eliabe entrou, Samuel disse consigo: “Certamente, está perante o Senhor o seu ungido. Porém, o Senhor disse a Samuel: Não atentes para a sua aparência, nem para a sua altura, porque o rejeitei; porque o Senhor não vê como vê o homem. O homem vê o exterior, porém o Senhor, o coração”.



O grande problema é que não seguimos o que é verdade, mas o que julgamos ser a verdade. Não necessariamente julgamos os fatos corretamente, mas damos a interpretação dos fatos; nem avaliamos corretamente as pessoas, mas a visão que desenvolvemos acerca delas.



Por isto é que você já teve ter vivido situações nas quais posteriormente admitiu que estava equivocado em relação a alguém, tanto por dar crédito a alguém duvidoso, quanto para suspeitar de alguém fidedigno.



Errar na interpretação é errar na vida. Nossos pressupostos e valores nos guiam e passamos a viver baseados naquilo que cremos e aceitamos como verdadeiro. Por isto, errar na avaliação cobra um dividendo tão caro. Quando a realidade vem à tona e revela o equívoco, ficamos irritados, frustrados ou nos tornamos vitimizados.



Mark Twain afirma: “O que nos causa problemas não é o que não sabemos. É o que temos certeza que sabemos e que, no final, não é verdade”. O pensamento é o produto mental decorrente da capacidade que todos os seres humanos possuem de trabalhar com a sua mente. Infelizmente muitas vezes cometemos “erros de pensamento”.



Em outras ocasiões, consideramos que existe somente o preto e o branco e nos esquecemos do cinza. Na verdade, existe uma zona cinzenta na qual as cores não são muito definidas, mas ainda assim queremos afirmar que são pretas ou brancas.



A verdade é que todos nós, cometemos equívocos. Uma atitude de humildade e confissão, pode ser redentora. Muitas vezes o problema não é apenas cometer equívocos, mas insistir em sustentar uma mentira, mesmo depois que já entendemos nosso erro, simplesmente porque somos incapazes de dizer: “Me perdoa!”, ou “eu reconheço minha falha”, ou ainda “me ajude!” O equívoco pode ser real, mas a cura também pode ser completa, quando deixamos de sustentar aquilo que, no final, descobrimos que é falso. Isto é libertador!



Autor: Samuel Vieira

Pastor na Primeira Igreja Presbiteriana de Anápolis

Fonte: revsamuca.blogspot.com


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ARROGÂNCIA, A PORTA DE ENTRADA DO FRACASSO

A arrogância é um sentimento tolo. Somente aqueles que não sabem quem são cultivam pensamentos soberbos. Mas ninguém pode conhecer a si mesmo sem antes conhecer a Deus. O conhecimento de Deus é o primeiro passo para o autoconhecimento. Se o homem desconhece a Deus, projeta-se a si mesmo além do que convém. Infla sua vaidade ao extremo e sente-se maior e melhor do que de fato é. Quanto mais o indivíduo conhece a Deus, mais conhece a si mesmo. Quanto mais se aproxima do Todo-poderoso, mais reconhece sua fraqueza. Quanto mais compreende a grandeza insondável daquele que a tudo vê, tudo sonda e a todos conhece, mais cônscio fica de sua total carência da graça. Destacaremos três tipos de arrogância:

Em primeiro lugar, a arrogância intelectual. A arrogância intelectual é uma tolice inominável. A arrogância do saber é uma prova incontestável da ignorância mais tosca. O que não sabemos é muito maior do que o que sabemos. O que não sabemos é um universo inesgotável diante das coisas diminutas que sabemos. O sábio é aquele que quase nada sabe. O tolo arrota saber, estadeia conhecimento e faz propaganda de sua erudição. O sábio, porém, perplexo, se humilha diante da imensidão vastíssima do que se deve saber e das gotas diminutas do que se sabe. Os soberbos, como um restolho, só têm sabugo e palha, porém, jamais se curvam humildemente diante de Deus. Aqueles, entretanto, que buscam o saber, quanto mais se aprofundam no conhecimento, mais humildes se tornam e menos fazem propaganda de sua erudição, porque vivem extasiados diante da majestade de Deus e de suas obras.

Em segundo lugar, a arrogância moral. A arrogância moral é outra destacada tolice. Proclamar suas próprias virtudes e aplaudir seus próprios feitos é de uma mediocridade sem tamanho. Só aqueles que vivem nas sombras lôbregas da ignorância moral podem exaltar a si mesmos e construir monumentos a si mesmos. Quanto mais conhecemos a santidade de Deus, mais cônscios ficamos de nossa miserável condição de pecadores. Quanto mais sondamos as profundezas de nossa alma, mais cientes ficamos das nódoas que maculam nosso íntimo. Conhecer a Deus e viver em sua presença é prostrar-se com o rosto no chão, e ter um senso profundo de nossa miserabilidade. Só a luz daquele que proclamou a si mesmo como a luz do mundo pode devassar os corredores escuros do nosso coração. Só diante dele temos consciência de que nossas justiças não passam de trapos de imundícia. Só quando nos vemos despojados de justiça própria podemos desejar ser revestidos de sua justiça.

Em terceiro lugar, a arrogância espiritual. A arrogância espiritual é loucura consumada. Só um fariseu hipócrita ostenta o verniz de sua espiritualidade fajuta e aplaude suas próprias virtudes ao mesmo tempo que reprova, de forma ácida, os delitos das pessoas que vivem à sua volta. Os homens mais piedosos são aqueles que mais choram pelos seus pecados. Os soberbos, todavia, gabam-se de virtudes que nunca tiveram. Os humildades, reconhecem-se pobres e carentes da graça; os soberbos colocam-se no pedestal da santidade, para se vangloriar em sua justiça própria. Os arrogantes estadeiam sua santidade externa ao mesmo tempo que escondem seu coração cheio de rapina. Falam de seus feitos ao mesmo tempo que escondem suas perversas motivações. Proclamam sua própria piedade ao mesmo tempo que denunciam, sem piedade, os pecados dos outros. Os soberbos são resistidos por Deus, mas os humildes são por ele exaltados. Não exalte a si mesmo, antes, humilhe-se sob a poderosa mão de Deus. Não drapeje a bandeira de suas obras. Ao contrário, faça o bem sem olhar a quem, e ordene que sua mão esquerda esqueça-se do que fez a sua mão direita. Não queira receber a glória que só pertence a Deus. Ao fazer o bem, faça-o para a glória de Deus e para o bem de seu próximo. Lembre-se, você não é o centro do universo, Deus é. Portanto, busque em primeiro lugar o reino de Deus e a sua justiça. Não busque seus próprios interesses, mas também o que é dos outros. Viva de forma piedosa diante de Deus e de forma justa diante dos homens!



Rev. Hernandes Dias Lopes – Pastor e Conferencista da Igreja Presbiteriana do Brasil. Apresenta o programa VERDADE E VIDA na BAND sábado às 12h

Fonte: www.hernandesdiaslopes.com.br


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As faces do medo

Leitura Bíblica: Salmo 56.1-4



Não terá medo da calamidade repentina nem da ruína que atinge os ímpios (Pv 3.25).



Existem muitos tipos de medo. Medo de escuro, de altura, de animais peçonhentos, de ser assaltado, de andar de avião, de ficar em lugar fechado, etc. O medo tem duas faces. Uma negativa e outra positiva.

Negativamente, podemos dizer que o medo é um sentimento paralisante e muito incômodo. Pode causar aprisionamento, acabar com muitos projetos bons, matar a alegria. Desse medo devemos fugir. É preciso vencer certos medos que estão neutralizando nossa ação, nos fazendo mais pobres. Não podemos nos esconder da vida, deixando de fazer coisas boas e importantes por causa do medo. Muitos de nossos medos são ilusões. São sombra de nada. Fantasmas que não são reais, não irão nos fazer mal. Não devem ser tolerados.

Positivamente, o medo serve como proteção. O medo de altura nos afasta do perigo de ficar à beira de um precipício, de cair. “O medo oferece uma vantagem enorme. Acaba com a valentia descabida. Põe um ponto final na caminhada tortuosa do pecado. Assusta quem sem razão alguma se sente exageradamente tranquilo. Em algumas ocasiões o medo põe por terra a soberba, acaba com o indiferentismo religioso, destrói planos diabólicos, gera o temor do Senhor e traz o medroso para perto de Deus outra vez” (Revista Ultimato). Este medo é bem-vindo.

Precisamos identificar as faces do medo. Ao mesmo tempo, ele pode pôr tudo a perder ou nos proteger para melhor viver. Vença o medo, aprenda com seus medos. Tenha medo de praticar o mal e coragem para fazer o bem. Viva com Deus e não tenha medo. Entregue, deposite seus medos nas mãos de Deus, confie a ele o que o perturba. “Meu filho, guarde consigo a sensatez e o equilíbrio, nunca os perca de vista; trarão vida a você e serão um enfeite para o seu pescoço. Então você seguirá o seu caminho em segurança, e não tropeçará; quando se deitar, não terá medo, e o seu sono será tranquilo” (Provérbios 3.21-24). O amor a Deus afasta o medo.



Fonte: www.hebert.com.br

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quinta-feira, 18 de abril de 2019

A DÁDIVA DE SER MÃE!



Todavia, será preservada através de sua missão de mãe, se elas permanecerem em fé e amor e santificação, com bom senso.” (I Timóteo 2:15)

Mãe é a expressão do Amor de Deus. Ser mãe é uma dádiva de Deus. Ser mãe é receber de Deus um sublime dom. (Gera posteridade)

Ser mãe é receber um singelo dom. (Pois não existe outra forma de gerar o homem a não ser do ventre de uma mãe)

Ser mãe é receber um perpétuo dom. (Ela concebe um ser que nasce para ser eterno, nunca morrerá)
Dizem que cada criança que nasce é um telegrama de Deus anunciando que ainda ama o homem.
Por 289 vezes a palavra “mãe” ou “mães” aparece na Bíblia. Lendo-as, notamos que o princípio segundo o qual as mães devem ser honradas (Êxodo 20.12), junto com os pais, é repetido várias vezes, no Antigo e no Novo Testamento.
Elas devem ser honradas por serem mães, mesmo que seus conselhos ou práticas não devem ser seguidos. Temos na Bíblia histórias de mães magníficas e outras nem tanto. Devemos, logo, afirmar que, embora haja uma imensa influência delas sobre os seus filhos, elas não são responsáveis pelas escolhas que eles fazem.

A MISSÃO DE SER MÃE
“Talvez um dos papéis mais preponderantes da mulher destacado na bíblia, seja o de mãe, embora todos os papéis sejam igualmente reconhecidos. Esse papel de mãe era tão importante nos tempos bíblicos que a esterilidade feminina chegava a ser considerada uma maldição divina, porquanto furtava a mulher de uma de suas funções mais importante na vida. Há casos destacados com especialidade como o de Sara( Gn 17:15), Raquel (Gn30), e Ana (I Sm 1:2). R. C.
Muitas noites acordadas, cansaços físicos, renúncias, ingratidões, uma tarefa difícil, árdua.
Porém é extremamente gratificante para a mãe ver o filho que ela amamentou crescido, criado, formado, bem encaminhado na vida.
É honroso para a mãe ver em seus filhos suas próprias virtudes. É alentador para a mãe ser reconhecida por seus filhos como aquela que esteve ao seu lado nos momentos mais difíceis, educando, corrigindo, formando, protegendo, consolando, animando.
Todo e qualquer investimento, afim de que seja próspero tem que ter uma boa mão de que o cuida. Assim é a mãe, para que seu filho seja prospero durante sua vida.

RISPA , A MÃE MODELO
Mãe amorosa, não abandonou seus filhos nem quando morreram; passando aproximadamente seis meses enxotando as aves de rapina para que não comessem os corpos de seus dois filhos expostos na terra. Foi honrada por rei Davi, enterrando seus filhos nas sepulturas dos reis de Israel. (2 Sm. 21:8-14).
Quantas mães já abandonaram seus filhos, mesmo vivos? Uma tristeza.
-Rispa, foi uma mãe virtuosa que entendeu e aceitou a missão de ser mãe. Uma mãe verdadeiramente convertida aos seus filhos. ( Malaquias 4:6) Mesmo em face ao sofrimento, e morte, não abandonou seus filhos nem de dia e noite ficava perto de seus corpos não deixando as aves devorar seus corpos.
Quantas mães já desistiram de seus filhos deixando que as aves das drogas, dos traficantes, prostituições, más compainhas, os pecados diversos, filmes e revistas pornográficas, namoros fornicares, namorados dormirem na casa.
Enxote essas aves de seus filhos, mande embora, mas não perca seus filhos.
Será sempre lembrada em suas virtudes . Não será esquecida nem quando morrer. Será sempre amada. Seu caráter estará evidente em seus filhos e na sua posteridade. Deus a honrará como honrou a Rispa.
O amor de Deus representado simbolicamente pelo amor de mãe: “ Mas Sião diz: O Senhor me desamparou, o Senhor se esqueceu de mim. Acaso pode uma mulher esquecer-se do filho que ainda mama, de sorte que se compadece do filho do seu ventre? Mas ainda que essa viesse esquecer-se dele, eu, todavia , não me esqueceria de ti” Is 49:14,15
“ Quando Israel era menino, eu o amei; e do Egito chamei o meu filho… Todavia eu ensinei a andar a Efraim; tomei-os nos meus braços, mas não atinaram que eu os curava. Atrai-os com cordas humanas, com laços de amor, e fui para com eles como quem alivia o jugo de sobre as suas queixadas, e me inclinei para dar-lhes de comer.” Os 11:1,3,4
Deus abençoe cada dia as mães. Para que compreendendo a sua missão na terra, nunca desfaleça, nunca desista, nunca desanime, pois estará plantando uma semente, regando com amor, paciência e oração.


Três mentiras que a pornografia te conta


Depois de três anos de casados, minha esposa, Trisha, acordou no meio da noite e se deu conta de que eu não estava na cama. Ela caminhou até nossa sala de estar e, tão logo ela olhou para a TV, eu mudei rapidamente de canal.
Ela começou a me questionar acerca do que eu estava assistindo, por que eu não estava na cama e por que eu mudei imediatamente de canal. Então a pergunta repetitiva surgiu: você luta com luxúria a pornografia? Quanto mais ela perguntava, mas intensa a conversa se tornava.
Então, eu neguei tudo. Eu disse que só estava passando pelos canais. Eu discuti com ela acerca do que ela viu. Eu a convenci de que eu não sofria com a pornografia ou luxúria. Ela não tinha nada com o que se preocupar. Eu estava mentindo.
Nessa época eu não sabia, mas aquela noite seria a primeira de muitas oportunidades que tive ao longo dos primeiros 10 anos de casamento para ser honesto sobre meu vício em pornografia. Eu era um pastor, e pastores não sofrem com luxúria ou pornografia. Pelo menos, nenhum pastor que eu conhecia lutava com isso. Eu me sentia sozinho.
A verdade é que eu não estava sozinho. Eu tinha amigos com os quais eu poderia conversar. Eu tinha parceiros de confiança para quem eu mentia. Havia outros pastores de quem eu fugia quando questionado acerca de pecados sexuais e lutas.
Na minha mente, minhas intenções eram boas – eu estava tentando proteger o meu casamento. A realidade era que a pornografia estava me contando mentiras e eu estava comprando todas elas.
Dada a quantidade de pessoas que sofrem com isso, nós não falamos sobre o assunto o suficiente, nem de perto. Não falamos sobre isso em nossas famílias. Não falamos sobre isso em nossas igrejas. Pensamos que evitar o assunto o fará ir embora. Estatisticamente falando, mais de 50 por cento dos homens lendo esse texto foram expostos à pornografia recentemente. E não é somente um “problema de homens”. Cerca de 30 por cento dos usuários de pornografia online são mulheres. Isso não simplesmente ir embora.
 Essas são as três mentiras que a pornografia me contou e que contará pra você também:
1. Foi a última vez
Não importa quantas vezes você olhou para pornografia, aquela foi sua última vez. Porque você realmente acredita que aquela será sua última vez comprando aquela revista, indo para aquele website, baixando aquele filme – você não precisa confessar, porque aquela foi sua última vez. Até amanhã ou na próxima semana ou no próximo mês. É a última vez – até a próxima. Se a pornografia consegue te convencer de que “essa vez é a última vez”, você nunca contará para ninguém.
2. Você pode parar quando você quiser
Você sabe o que a pornografia fez com outros casamentos, outros amigos, outras famílias, outros líderes de igreja… mas você não é, de fato, um “viciado” em pornografia. Você pode parar quando você quiser. Além do mais, ela não tem o mesmo efeito em você que tem em outras pessoas. Não vai machucar a sua vida, seu casamento, seus filhos, sua igreja e seu ministério como o fez com outras pessoas.
3. Confessar a sua luta vai ter custar muito
A pornografia quer que você viva em segredo. A pornografia nos leva a pesar o custo de se confessar versus o custo de esconder, e nos convence de que esconder será menos doloroso. Você acredita que está ajudando a você e o seu casamento ao esconder seu vício em pornografia. Sua esposa – ou marido – não entenderá. Seu casamento não se recuperará. Sua credibilidade não poderá ser reconstruída.
Algo que eu aprendi da maneira difícil: esconder o pecado nunca nos dá o poder de superá-lo. A liberdade que você almeja é encontrada na confissão. A liberdade custa algo a curto prazo, mas não tanto quanto a escravidão ao longo do tempo.
Acreditar nessas mentiras nunca te dará o poder de superá-las. Tentar parar não te dará o poder para parar. Mas a liberdade é possível.
Isso é o que eu acredito com todo o meu coração: se você sofre com a pornografia, Deus não está desapontado com você; Ele está lutando por você. Ele morreu e venceu o pecado e a morte para que você tivesse a vitória nessa área de sua vida.
Por onde começamos? Como podemos superar algo que se agarra aos nossos corações e nos mantém vivendo em vergonha e culpa? O primeiro lugar que eu recomendo a todos que lutam com a pornografia a começarem é com um conselheiro cristão. Tanto eu quanto minha esposa precisávamos de alguém com uma perspectiva e sabedoria maiores do que as nossas para nos ajudar a superar esse conflito em minha vida.
Além disso, eu quero compartilhar um princípio com você que eu acredito que tem o poder de trazer liberdade, esperança e cura para o seu coração. Não será fácil, mas valerá a pena.
A cura vem pela confissão e oração. Eu sei que isso soa bastante clichê, mas vamos olhar as Escrituras: Confessai, pois, os vossos pecados uns aos outros e orai uns pelos outros, para serdes curados. Muito pode, por sua eficácia, a súplica do justo (Tiago 5.16).
O tipo de confissão da qual Tiago está falando não é a confissão para o perdão; é a confissão para a cura. Há uma cura que vem ao nosso coração quando nós confessamos nossos pecados uns aos outros.
Muitos de nós estão acostumados com a parte do “perdão” da confissão. Sabemos que, para alcançar o perdão de Deus, devemos confessar os nossos pecados. Talvez você tenha crescido se confessando a um padre, talvez seja algo que você faz em seu tempo com Deus, talvez é algo que você faz após cometer um erro gigante. A maioria de nós sabe que o perdão de Deus vem através da confissão.
Não conversamos muito na igreja acerca da confissão do tipo “cura”. Na verdade, nós construímos um sistema religioso que tenta encontrar a cura escondendo os pecados, não os confessando. Os pecados que nós confessamos são os pecados “seguros”: inveja, amargura, materialismo, raiva e egoísmo.
Eu era o mestre disso. Eu aparentava ser “autêntico” por confessar pecados socialmente aceitos enquanto vivia prisioneiro de pecados que eu não estava inclinado a confessar. Por anos, eu perdi a cura que Deus ansiava trazer ao meu coração não porque eu não confessava meus pecados a Ele, mas porque eu me recusava a confessá-los para qualquer outra pessoa.
Mas aqui estão 3 verdades que a pornografia nunca te contará:

A tentação perde seu poder quando confessamos.
O pecado perde sua habilidade de nos manter fragilizados quando confessamos.
Os vícios perdem o controle que possuem em nossas vidas quando confessamos.

O pecado secreto que você mantém só tem poder enquanto permanece em segredo. A Luz sempre sobrepujará as trevas. A difícil decisão que nós encaramos é a de deixar a Luz adentrar nas trevas, nas partes mais vergonhosas do nosso coração. Deus não pode curar as partes do nosso coração que nós recusamos trazer à Luz. Mas, quando o fazemos, podemos ser curados.

Autor: Justin e Trisha são blogueiros, autores, palestrantes e fundadores do ministério RefineUs. Eles são os co-autores de seu primeiro livro, Beyond Ordinary: When a Good Marriage Just Isn't Good Enough.


PRECISA DE AJUDA?
Conselheiro Bíblico em Porangatu: Herbert Oliveira – atendimento semanal 9 8531 1444

IMPOSTO DE RENDA


O Imposto de Renda é um tributo cobrado todos os anos pelo governo federal sobre os ganhos de pessoas e de empresas. É pago conforme com os rendimentos declarados, de maneira que os cidadãos com renda maior pagam mais impostos, enquanto aqueles com renda menor pagam menos. De fato, então, podemos classificar o IR como um valor anual descontado sobre os rendimentos dos trabalhadores e das empresas no Brasil. Na lista de rendimentos tributáveis, entram ganhos como salários, aluguéis, prêmios de loteria e investimentos. Como o IR é uma tributação aplicada para cidadãos e companhias, ele se divide em duas estirpes: o Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) e o Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ).

Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF)

O Imposto de Renda Pessoa Física incide sobre a renda e os proventos de contribuintes residentes no país ou no exterior e que recebem de fontes no Brasil. As alíquotas variam de acordo com a renda, de maneira que são isentos de cobrança os contribuintes que ganham abaixo do limite estabelecido para a apresentação obrigatória da declaração anual.

Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ)

O Imposto de Renda Pessoa Jurídica é reservado a empresas brasileiras. Assim sendo, a alíquota aplicada incide sobre o lucro, os quais, real, presumido ou arbitrado, em conformidade com a atividade desenvolvida e o porte do negócio. De acordo com a Receita Federal, são contribuintes e, por conseguinte, estão sujeitos ao pagamento do IRPJ, as pessoas jurídicas e as pessoas físicas a elas igualadas, domiciliadas no país. Desde 1996, a alíquota do IRPJ é de 15% sobre o lucro apurado, com adicional de 10% sobre a parcela do lucro que exceder R$ 20.000,00 por mês.

O Imposto de Renda é retido todos os meses no salário ou pago com base em outros rendimentos dos cidadãos. Existe ainda uma declaração obrigatória anual, uma maneira de a Receita Federal apurar se o cidadão está pagando mais ou menos impostos do que deveria.
Em 2019, por exemplo, o indivíduo descreve os ganhos e gastos que obteve em 2018. Quando a Receita identifica que o contribuinte pagou menos impostos do que o devido, ele necessita compensar o valor.

A quantia é indicada assim que a declaração é preenchida. O pagamento pode ser feito por boleto bancário ou débito automático.
De forma descomplicada, o que o contribuinte deve fazer é declarar todos os ganhos no ano que passou, desde salários, aposentadoria, rendimentos de aluguel ou investimentos.

Posteriormente, é possível elencar algumas despesas realizadas no mesmo período, que podem ser descontadas na declaração e, portanto, reduzir o valor dos impostos pagos – são nomeadas “deduções do IR”.

Dos gastos que o contribuinte pode deduzir do IR, os principais são aqueles com:

Plano de saúde (sem limites)
Filhos ou pais (dependentes, no valor máximo de R$ 2.275,08 por dependente)
Educação (escola e faculdade, no valor máximo de R$ 3.561,50 por dependente)
Contribuição à Previdência Social (sem limites)
Contribuição à Previdência Privada (que correspondam a até 12% da renda tributável).

É conveniente mencionar que todos os valores que você colocar na declaração devem ser rigorosamente iguais aos informados nos comprovantes de rendimentos e de pagamentos.
Grande parte das empresas envia esses dados através de cartas, e-mails ou os disponibiliza em seus sites.
O prazo para declaração termina dia 30 de abril. Quem perde o prazo ou deixa de declarar tem de pagar multa que varia de R$ 165,74 a 20% do valor do imposto devido. Ademais, o CPF fica com restrição, o que pode impedir o contribuinte de fazer financiamentos e, até mesmo, deixar o país.



GABRIELA GOMES FELIPE, advogada,
pós-graduada em Direito Tributário.

Testemunho Digital


Chega ser assustador o efeito da tecnologia na vida das pessoas. A digitalização do estilo de vida tem produzido alguns paradoxos, como: ligar pessoas do outro lado do mundo ao mesmo tempo em que isola muitos do mundo ao seu redor; abrir as janelas do universo para uns e fechar outros em frente a uma tela de poucas polegadas; criar relacionamentos virtuais enquanto afasta pessoas dos relacionamentos pessoais; esses e outros tantos, frutos dessa vida moderna.

Uma das grandes ferramentas de aglutinação desse novo estilo de vida tecnológico são as “redes sociais” como o FACEBOOK e INSTAGRAM. Essas tais “redes” são espaços virtuais onde as pessoas compartilham dados, fotos, pensamentos, versículos Bíblicos, curiosidades, encontram amigos do passado, parentes, e também demonstram o seu estilo de vida. E é exatamente essa exposição de estilo de vida que tem servido para perceber o baixo nível de testemunho cristão de muitos.

E em se tratando de testemunho cristão o que está exposto em muitos perfis tem sido danoso e vergonhoso para a imagem que os não crentes fazem da Igreja e do nome de Cristo Jesus. Muitos dos que se dizem cristãos e evangélicos têm compartilhado piadas de duplo sentido carregadas de palavrões, fotos e imagens indiscretas – seja de si próprio ou de outrem, sensualidade, horóscopo, tarô, palavreado chulo, artigos generalistas que questionam a idoneidade da Igreja, tem expostos seus conflitos com outros ‘irmãos’, enfim, tem mostrado, literalmente, para todo mundo ver que o seu testemunho pessoal precisa ser revisto.

Amado, não sou contrário às redes sociais; elas não são más ou pecaminosas em si. No entanto, creio que as nossas postagens – falo nossas porque também participo de redes sociais – expõem nosso estilo de cristianismo, nosso compromisso com Deus, nossa vida devocional – se estamos precisando nos aprofundar na leitura da Palavra, na oração e na adoração. Você pode pensar que estou sendo radical, mas eu quero leva-lo a uma reflexão: “Acaso, pode a fonte jorrar do mesmo lugar o que é doce e o que é amargoso?”   (Tiago 3:11). Reflita comigo: “se o que temos exposto na ‘janela do mundo’ tem causado mancha à imagem da Fé e, mesmo assim, eu ou você, não nos importamos com isso, não significa, no mínimo, que a nossa maneira de viver e demonstrar essa Fé já está comprometida com o mundo?” Lembre-se das palavras do Apóstolo Paulo: “Não vos enganeis: as más conversações corrompem os bons costumes. Tornai-vos à sobriedade, como é justo, e não pequeis; porque alguns ainda não têm conhecimento de Deus; isto digo para vergonha vossa.“  (I Coríntios 15:33-34)

Em Cristo Jesus, Senhor nosso e da Igreja.

Alessandro Capelari.
Pastor na Igreja Presbiteriana Jardim Alvorada em Maringá –PR

sábado, 16 de março de 2019

SIM, ELES MATAM


O Doutor Peter Lagman, PHD pesquisador de mentes juvenis criminosas, considera uma proporção significativa de atiradores de escolas como psicóticos. Ele apresenta algumas palavras sobre psicose, porque muitas vezes o termo é mal interpretado. Como leigos, pode-se pensar que alguém que é psicótico é uma pessoa visivelmente incoerente, ou que psicóticos são pessoas desleixadas nas esquinas, falando coisas desconexas consigo mesmas e completamente fora de contato com a realidade e que também são incapazes de funcionar socialmente. 
Esta é uma imagem enganadora.
Pessoas psicóticas podem ser altamente funcionais e são muitas delas, inteligentes.
O ponto a ser entendido é que atiradores de colégios podem ir à escola como qualquer pessoa, fazer[bem] o dever de casa, praticar esportes e, ainda assim, serem psicóticos.
O que exatamente significa “psicótico”?
O termo, em um sentido geral, refere-se a estar “fora de contato com a realidade”. No entanto, uma pessoa pode estar em contato com a realidade na maioria das áreas, mas fora de contato de maneiras específicas.
As duas maneiras principais pelas quais as pessoas podem ser psicóticas são alucinações e delírios.
As alucinações são experiências sensoriais que não se baseiam em eventos reais. Embora as alucinações mais comuns envolvam ouvir vozes que não são reais, as alucinações podem ser sentidas por meio de qualquer um dos cinco sentidos.
Delírios são crenças falsas.
Dois tipos de delírios são comuns entre atiradores de escolas: delírios de grandeza e delírios paranóicos.
Vários atiradores acreditavam que eram figuras exaltadas ou seres divinos (e até, cultuadores de criaturas terríveis divinizadas por eles, como Adolf Hitler, por exemplo).
Bem, esta é a parte acadêmica, científica da questão (apresentada em resumo) e tem toda credibilidade.
Não são teorias.
São estudos fruto de pesquisas e de acompanhamentos sérios e intensos, por anos e anos de dedicação.
Não descartaria eu a consideração da ciência médica, jamais.
Não imputaria ao Demônio, maldades como as que vimos em Suzano-SP no dia de hoje, repetição já de tantas outras pelo mundo, infelizmente.
Mas também não imputaria ao Demônio a maldade humana.
A ruindade e crueldade do ser humano caído devem ser levadas em conta. E muito.
O ser humano sabe e pode ser ser mal, perverso, ruim, cruel em escalas indescritíveis. E para isso “ele também não precisa do Demônio”.
Pode até é rivalizar com ele em vileza.
Uma coisa que a Ciência não considera é que o ser humano é mal. Que o coração humano pode ser tão mal, muito além de considerações de estudos médicos e isso, sem doenças ou desvios da psiquê em questões, qualquer delas.
O coração humano pode ser vil a tal ponto de matar com requintes de crueldade e sentir prazer nisso.
Pode planejar, pode intentar e pode ir lá e agir.
Desses dois atiradores - assassinos perversos - não se tem explicação científica que ateste tal grau de maldade.
Nenhum sensor humano-científico consegue chegar na parte da mente que odeia a esse ponto;
Ódio não se mede por ciência.
É tão profundo, tão obscuro,
tão envolvido em trevas de uma maldade inerente e dominante – crescente - e tão terrível, que só a Palavra de Deus pode revelar a que ponto um ser terrível pode chegar: o coração humano é extremamente perverso e desesperadamente corrupto”, diz o profeta Jeremias (Jr 17.9).
Este coração humano não tem limites para a insensatez e nem a mente que funciona muito bem para montar perversidades incalculáveis, ela sequer considera por um momento parar com planos tão sórdidos. Tais mentes pecadoras anulam qualquer tipo e raciocínio pela bondade, gentileza e consideração ao próximo. Sim, esta mente anula todo tipo de raciocínio são e acelera no desejo de matar, alegando motivos todos eles sabidamente nulos de raciocínio que considerem o próximo.,Eles, tais cruéis, não estão nem aí. E saem atirando por aí. (ver, Romanos 1,21).
O coração humano está repleto de todas as coisas que não prestam e que podem eclodir de um peito dominado pelo pecado e pelo Mal. Diz a carta aos Romanos que o ser humano pode sim estar CHEIO até a tampa de TODA injustiça, de toda perversidade e de toda maldade.
Estão os seres humanos pecadores cheios de todo tipo de insolência, de arrogâncias e CHEIO DE HOMICÍDIO (veja, Romanos. 1.29).
A Bíblia diz isto! E isso pode vir à tona.
E temo que Suzano não foi a última ação desse tipo.
A Bíblia chega ao ponto de partida e de chegada; e de morte causada por esses terríveis monstros que não refrearam o pecado em seus corações, antes, se abasteceram cada vez mais na perversidade!
O que me assusta é ver a frieza em muitos jovens e adolescentes hoje.
A desconsideração visível em seus olhos por demais pessoas; seus isolamentos, suas revoltas e seus domínios.
Muitos já dominaram suas casas.
Tantos já amedrontam seus pais, batem neles até. Xingam a todos. Desrespeitam professores, são o terror na escola, na vizinhança, em casa. E seguem abastecendo seus corações maus no pecado.
.
O próximo passo é não reconhecer mais limites.
Depois, agredir sempre.
Isolar-se mais e mais,
Trancam-se em si em seus quartos e vão se abastecendo de sei-lá-o-quê, mas com certeza de um monte de coisas que não são nada boas, até que perdem o controle e descontrolados silenciosamente, são capazes de tanto.
De tudo.
São capazes de matar.
Pais, não desistam de seus filhos.
Não deixem eles por conta;
Não permitam que eles façam só o que querem.
Não entreguem o comando de suas casas a eles.
Tratem deles desde pequenos.
Tratem logo do pecado em suas vidas!
Como?
Preguem o Evangelho para eles, urgentemente, pois só o Evangelho dá um jeito no pecado e em suas vertentes tão terríveis e más, que podem levar até este ponto.
Não.
Eu não descarto a Psicopatia que iniciamos falando, em nenhum desses casos que já ouvimos. Este de Suzano é mais um.
Mas também não descarto o pecado e o flerte com o que é de mais maligno em criaturas caídas e que vão avançando em crueldades silenciosas e ódios dominantes, que um dia podem vir à tona.
Eu não descarto nenhuma das duas questões.
E considero sempre e em primeiro lugar, a segunda questão que tratei aqui: a malignidade operante e dominante do pecado.
Miserável e terrível é o coração e a mente que o pecado domina.
Chega também a este ponto.

Autor: Jáder Borges – Pastor da Primeira Presbiteriano de Goiânia, escritor, Conferencista
Fonte: facebook.com/jaderborges

Edição 65 da Revista Primícias. Leia e compartilhe


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VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER

O QUE É CATARATA


SIM, ELES MATAM


VIVENDO EM TEMPOS DE CRISE


CRISTO E A AFRONTA NO CARNAVAL



Uma sociedade sem alma


No dia 8 de abril de 1994, um eletricista acidentalmente descobriu um cadáver  em Seattle, Washington. Ao chamar a polícia, descobriu que se tratava de Kurt Cobain, a lenda do rock que cometera suicídio. Um tiro explodiu sua cabeça tornando difícil a identificação. Suas tentativas anteriores com overdose não foram bem sucedidas.

Ele era um talentoso guitarrista da banda Nirvana, cujo álbumNevermind vendeu 10 milhões de cópias. Mangalwadi afirma que nenhuma banda capturou tão bem a perda de rumo, de centro e de alma de sua geração quanto esta. O termo nevermind significa, “não se preocupe!” e Nirvana é a palavra budista para salvação. Significa a extinção permanente da existência de um indivíduo, a libertação da nossa alma da miséria e vazio.

É interessante perceber que antes da década de 1960, praticamente não havia suicídio entre os adolescentes, mas em 1980, cerca de 400 mil adolescentes tentavam o suicídio a cada ano, apenas nos EUA, tornando-se a segunda causa de morte entre os adolescentes, perdendo apenas para o trânsito, e em 1990, tornou-se a terceira causa, porque os adolescentes estavam matando uns aos outros assim como se matavam.

A taxa de suicídio, homicídio, abuso de drogas, alcoolismo, evasão escolar tem sido marcante entre os jovens também no Brasil. Em 2017, cerca de 60 mil pessoas foram assassinadas no Brasil, e 80% destas mortes se deram entre 15 e 27 anos.

O divórcio de seus pais quando Cobain tinha apenas 9 anos de idade, teria sido o gatilho para sua desestrutura psíquica. A instabilidade de sua família produziu uma ferida tão grande na alma que não seria curada pela música, pela fama, dinheiro, sexo, drogas e álcool, nem por terapias ou programas de desintoxicação. Ele adotou o vazio filosófico e moral que a banda AC/DC, chamaria de “estrada para o inferno”.

Os discos de Cobain foram populares até 2008 e venderam mais que os de Elvis Presley. Em 2002, alguns anos após sua morte, sua viúva vendeu os rascunhos de seus diários por  4 milhões de dólares. Neles estava escrito: “Gosto de Punk rock. Gosto de drogas (mas meu corpo e minha mente não permitem usá-las). Gosto de jogar cartas de modo errado. Gosto de sinceridade. Não tenho sinceridade...Gosto de reclamar e de não fazer nada para que as coisas melhorem”.

Ao se matar, Cobain viveu conforme o que creu. Ele compreendeu que o nada, como realidade última, faz do nada algo positivo.

O problema da humanidade nunca foi ético, mas filosófico (prefiro o termo teológico, porque se conecta à experiência de Deus e do Infinito). A ausência de uma referência de sentido, esvazia a alma humana, jogando-a no caos. O livro de Eclesiastes afirma, “Deus pôs a eternidade no coração do homem”. Este anseio infinito pelo sentido e valor da alma que se distanciou do seu Criador, não será preenchido por nada, senão o próprio Deus. Afinal, “o homem tem um vazio em forma de Deus” (Pascal).

Autor: Samuel Vieira. Pastor na Primeira Igreja Presbiteriana de Anápolis desde 2001
Fonte: revsamuca.blogspot.com