segunda-feira, 10 de abril de 2017

JESUS, NOSSA ESPERANÇA

Todas as biografias terminam da mesma maneira. Se for completa, o herói morre, exceto uma: a história de Jesus Cristo. Ele ressuscitou e continua vivo. E uma parte significativa da sua história permanece ainda não contada. A conclusão foi escrita em profecia, mas não ainda na história.

E porque Ele está vivo:
Jesus é a nossa Esperança diante da morte

A Bíblia diz que a morte não é o fim da vida, mas uma porta de entrada terrena para um tipo diferente de vida. É simplesmente a separação entre o invisível e o visível. Nela, o corpo para de funcionar e começa imediatamente deteriorar-se. Enquanto isso, as qualidades interiores invisíveis que definem nossa personalidade – espírito e/ ou alma – continuam a existir. Com a ressurreição, Jesus venceu a morte. (Jo 11.25-16).

Jesus é a nossa Esperança em relação ao nosso destino final

Morte e destino final são duas coisas diferentes. Após a morte, um destino entre dois possíveis espera a pessoa. Os que morrem sem pôr sua confiança em Cristo, não deixarão de existir, mas irão para um lugar literal, eternamente separados de Deus.
A Bíblia diz que é um lugar onde haverá “choro e ranger de dentes”. Assim como o céu é inimaginavelmente bom, o inferno é inacreditavelmente horrível. Não há purgatório. E a escolha de um dos dois destinos deve ser feita antes de passar pela porta da morte.
Cristo morreu pelos nossos pecados e agora oferece outro destino como um presente exponencial. Estar “em Cristo” é confiar que na morte sacrificial Ele pagou o preço dos nossos pecados, é confiar na ressurreição que nos dá vida eterna, é garantia de estar para sempre com o Deus vivo e verdadeiro. (Rm 10.9).

Jesus é a nossa Esperança para a nossa ressurreição futura

Este corpo que ficará velho e doente, não está equipado para durar toda a eternidade. É preciso cuidar da saúde, mas com todo o cuidado, esse corpo se desgasta. Ele precisa ser transformado para que possa durar para sempre.
Quando Jesus voltar para estar com o seu povo, Ele fará uma mudança física radical em nossos corpos. Os que estiverem vivos, num momento indivisível de tempo, receberão instantaneamente um corpo pronto para a eternidade, bem como todos os que foram sepultados e morreram “no Senhor”. Este corpo imortal nunca morrerá. A morte de uma vez por todas será “destruída pela vitória” (1 Co 15.54).

Jesus é a nossa Esperança, por isso ansiamos sua volta

Jesus voltará de maneira física e literal. Ele virá de modo inconfundível. Ressoada a trombeta de Deus pelo arcanjo, os mortos aparecerão e os vivos serão transformados. Ninguém deixará de reconhecer a volta de Jesus. Todos ressuscitados e transformados, seguidores de Jesus, encontrarão com o seu Senhor nos ares. Toda a família de Deus estará reunida, para sempre juntos e nunca mais serão separados.

Enquanto isso não ocorre, continuamos num mundo que funciona de acordo com as regras da queda (Gênesis 3). O mal continua.

A Igreja, enquanto aguarda, tem a responsabilidade e o privilégio de pregar e testemunhar o nome de Jesus entre as nações para que as pessoas creiam nele e o glorifiquem, experimentem sua consolação, alegria, perdão, amor e esperança.

Quando Jesus, nossa Esperança, voltar, no último capítulo da história da terra, até mesmo a criação será transformada. Todo o mal será consumido no fogo da glória de Deus, deixando apenas aquelas coisas “que duram para sempre”.

(Inspirado pelo livro “Jesus – o maior de Todos”, de Charles Swindoll)

Autor: Jeremias Pereira - Pastor Titular da Oitava Igreja Presbiteriana de Belo Horizonte

Fonte: http://www.oitavaigreja.org.br/jesus-nossa-esperanca/


O JUIZ QUE DISPENSA DELAÇÕES

Todos os envolvidos no esquema de corrupção investigado pela operação Lava Jato negaram a participação nos crimes em que são acusados. Eles verbalizam em uníssono a inocência! O acesso à verdade é obtido através de intensas negociações que irão promover algum benefício ao incriminado.
Esta operação traz à tona apenas os retalhos da desordem de um país que chancelou o engano e a trapaça não apenas culturalmente aceitáveis, mas até mesmo elogiáveis. Esta expertise perversa não se restringe aos brasileiros e também não é uma característica restrita aos dias atuais. O engano começou na tentação no Éden e percorreu toda a história humana.
O profeta Jeremias escreve sobre essa inclinação pecaminosa: “O coração é mais enganoso que qualquer outra coisa e sua doença é incurável. Quem é capaz de compreendê-lo?” (Jr 17.9). Deus é capaz! O coração traiçoeiro não escapa aos olhos de Deus. “Eu sou o Senhor que sonda o coração e examina a mente, para recompensar a cada um de acordo com a sua conduta, de acordo com as suas obras” (Jr 17.10).
Deus sonda os corações e não deixa impune o que pratica o mal. Por isso, o profeta Jeremias continua: “O homem que obtém riquezas por meios injustos é como a perdiz que choca os ovos que não pôs. Quando a metade da sua vida tiver passado, elas o abandonarão, e, no final, ele se revelará um tolo.” (Jr 17.11). O profeta Isaías escreve: “Ai dos que chamam ao mal bem e ao bem mal, que fazem das trevas luz e da luz, trevas, do amargo doce e do doce, amargo.”(Is 5.20).
A recente operação policial que visa desmantelar as grandes movimentações de recursos ilícitos do governo acende uma fagulha de esperança na terra das maracutaias. As prisões de empresários e políticos impressionam a todos aqueles que estão acostumados a ver somente os menos favorecidos superlotando as penitenciárias.
No entanto, a mensagem bíblica para os milhares de corruptos que conseguem escapar da débil e precária justiça humana é que Deus não necessita de delações para acessar os crimes que tão habilmente escondem. Ele sonda os corações, esquadrinha os pensamentos e conhece as intenções. Diante do seu tribunal as mazelas são expostas e tratadas com divina justiça.
Este mesmo Deus também oferece perdão ao arrependido, salvação ao que confessar seu filho Jesus Cristo como Senhor e esperança aos encarcerados pelo pecado. Somente Ele é capaz de transformar o coração enganoso em um terreno fértil para a verdade e a justiça.

Autor: Alexandre Rodrigues Sena – Pastor auxiliar da Igreja Presbiteriana da Gávea - RJ

Fonte: http://ipgavea.org/category/pastorais/

Mentalidade de consumo

Esta é a época do consumidor. 
Afinal, o cliente não tem sempre razão?

Certa empresa americana recebeu a reclamação de um cliente dizendo que havia comprado quatro pneus, mas não estava satisfeito, e queria devolvê-los. O vendedor chamou o gerente, que assinou a devolução. Ele foi ao caixa e recebeu sua grana de volta.

Este episódio seria cotidiano, exceto por um detalhe: Aquela empresa não vendia pneus. Quando o assunto chegou à diretoria, o gerente foi elogiado, pois um cliente satisfeito normalmente compartilha isto com uma pessoa, mas quando está insatisfeito, fala para outros onze.

Qual é o perigo da mentalidade de consumo?

Facilmente transferimos esta forma de lidar com mercadorias, projetando-a em pessoas, e assim construímos relacionamentos baseados em conforto e bem estar, e não em compromisso, responsabilidade e cuidado mútuo.

É fácil se tornar um consumidor nos relacionamentos humanos. É comum vermos pessoas se aproximando das outras tendo apenas amizades funcionais, assim, enquanto encontram vantagens são amigas, mas quando torna-se necessário encorajar e apoiar, tal relação é rompida e a pessoa é descartada.

Na esfera comercial, fala-se hoje de obsolescência industrial. Um produto é feito para durar um tempo curto, e não para durar, por isto eletrodomésticos precisam ser constantemente trocados, sendo substituídos por outro. O mesmo se dá na área emocional, já que a humanidade sofre de obsolescência afetiva, ou como Zigmunt Bauman afirmou, somos uma sociedade de “amor líquido”. As relações não tem consistência  nem são duráveis, mas passageiras e temporais. Nós não nos comprometemos com os outros, mas usamos os outros.

A família sofre direta e recorrentemente deste mal. Casais não se comprometem para cuidar, mas para receber benefícios. Enquanto vale a pena e há proveito, o relacionamento é mantido, mas qualquer sinal que leve ao sacrifício e doação, torna-se uma razão para que o relacionamento seja interrompido.

Até mesmo na religião tem surgido o consumismo religioso. As pessoas não se aproximam de suas comunidades perguntando como podem servi-las, mas olhando qual beneficio poderão receber. O propósito não é servir, cuidar, ajudar, cooperar, mas receber e levar vantagem, e, se a “mercadoria” não parece boa, muda-se a prateleira e busca-se outro “shopping espiritual” para satisfazer a insaciabilidade do consumo.


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É importante refletir no fato de que a doação, o compromisso e o sacrifício, apontam para aspectos mais profundos da alma. Relacionamentos significativos florescem em compromissos sólidos, enquanto o consumismo sufoca relacionamentos autênticos. Quando a mentalidade de consumo é desmascarada, a pessoa entende que é responsável, e para quem é responsável. Quem quiser criar uma cultura de relacionamentos profundos e duradouros, precisa aprender a se comprometer e doar.

Autor: Samuel Vieira – Pastor na Primeira Igreja Presbiteriana de Anápolis
Fonte: http://revsamuca.blogspot.com.br/

quarta-feira, 8 de março de 2017

26 de Março e a importância da volta verde e amarela às ruas

As pautas incluem desde a revogação do Estatuto do Desarmamento até a defesa da Operação Lava Jato.


Os movimentos civis que lutaram pelo impeachment de Dilma Rousseff marcaram sua primeira manifestação deste ano para o dia 26 de Março. As pautas incluem desde a revogação do Estatuto do Desarmamento até a defesa da Operação Lava Jato.
Tendo muito mérito na ida de milhões de brasileiros às ruas para exigir a deposição da ex-presidente por sua fraude fiscal, o Movimento Brasil Livre adota agora um tom mais propositivo, com reformas a serem feitas e instituições a serem preservadas.

A defesa da Polícia Militar e o fim do desarmamento civil são respostas às demandas populares por uma segurança pública mais forte e pelo resgate do direito do cidadão de defender a si e sua família. O caos no Espírito Santo, com quase 200 mortos, reanimou os protestos contra o sucateamento das polícias e a total incapacidade das pessoas comuns de se proteger contra a criminalidade.
Já o apoio à Lava Jato é vital: as investigações policiais e o julgamento de corruptos pela Justiça são importantes tanto para expor os interesses mafiosos por trás de nossa inchada máquina pública quanto para mostrar que nem poderosas figuras nacionais estão acima da lei.
A visibilidade e a lentidão do processo motivam a exigência de se eliminar o foro privilegiado, acabando com a tranquilidade daqueles que contam com o STF para escaparem de sua punição. A Lava Jato também contribui para colocar holofotes na gastança e nos privilégios dos políticos e burocratas.
As reformas trabalhista e previdenciária, felizmente, já estão na agenda do governo Temer. Mas o atual presidente tem a péssima reputação de recuar de medidas liberalizantes quando afrontado por grupos de pressão. É esperado que forças sindicais petistas façam pressão contra qualquer mudança. Mostrar que existe apoio civil às reformas pode acabar sendo a diferença entre a aprovação e o recuo.
No geral, é visível o projeto de um Estado menor, mais focado em suas funções essenciais, que custe menos ao povo e invada menos a vida do cidadão.
É uma proposta muito diferente do que a militância pró-PT oferece, já que esta deseja continuar a expandir o poder e os gastos do Estado brasileiro sem se importar com a crise, bem como nutre visível desprezo à Lava Jato e, em particular, ao trabalho do juiz Sérgio Moro.
Por isso o 26 de Março é um sopro de ar fresco: após meses de protestos petistas clamando por um retorno aos planos de Dilma, surge uma manifestação liberal como alternativa aos insatisfeitos com a situação do País.
Vários brasileiros descobriram no impeachment que sua voz é importante e pode fazer a diferença mesmo em pautas que dependem de largas maiorias no Congresso para serem aprovadas. Políticos reagem a incentivos, e a ameaça de não serem reeleitos caso se coloquem contra o povo é poderosa.
O cidadão comum tem uma força que ainda está descobrindo, e as pautas liberais trazem muitas oportunidades para lutar por um novo Brasil. O sentimento de esperança que motivou inúmeras pessoas a participarem pela primeira vez de movimentos de rua continua presente, e toda conquista feita com essa energia ajudará a mudar os rumos da política nacional.
2016 marcou o fim de uma velha ordem, 2017 pode marcar a renovação que trará um futuro melhor ao País. Quem acreditou que poderia participar de algo impensável tem mais uma chance de deixar sua marca na História.
*Este artigo é de autoria de colaboradores do HuffPost Brasil e não representa ideias ou opiniões do veículo. Mundialmente, o Huffington Post é um espaço que tem como objetivo ampliar vozes e garantir a pluralidade do debate sobre temas importantes para a agenda pública.


Fonte: http://www.huffpostbrasil.com

A MELHOR TERAPIA

– “O que o senhor aconselharia que uma pessoa fizesse, se ela se sentisse na iminência de um colapso nervoso?”
– “Tranque sua casa, vá à rua, encontre algum necessitado e faça algo para ajudar essa pessoa. O amor cura as pessoas, tanto as que recebem quanto as que dão.” (Foi a resposta dada numa palestra sobre saúde mental pelo Dr. karl Menninger, um psiquiatra dos anos 30 que escreveu o livro “A mente humana” (1930), que vendeu mais de 200 mil exemplares.)
Um ditado popularizado pelos antigos afirma:
  • Se quiser felicidade por uma hora, tire uma soneca.
  • Se quiser felicidade por um dia, vá pescar ou vá para praia.
  • Se quiser felicidade por um mês, case-se.
  • Se quiser felicidade por um ano, herde uma fortuna.
  • Se quiser felicidade para a vida inteira, ajude os outros.
Uma das frases famosas da oração de Francisco de Assis:
“Senhor, fazei que eu procure mais… Amar do que ser amado.”
As recomendações bíblicas ecoam: “Fazei tudo sem murmurações nem contendas.” “Servi uns aos outros.” “Servi com alegria.” “Sede servos uns dos outros pelo amor.” “Servindo de boa vontade.” “Não servindo apenas quando se está sendo cobrado ou fiscalizado.” “Fazer de coração como para o Senhor.”
“Portanto, não se cansem de fazer o bem. No tempo certo, teremos uma boa colheita, se não nos desesperarmos nem desistirmos. Cada vez que tivermos chance, trabalhemos para o benefício de todos, a começar pelos mais próximos de nós na comunidade da fé.” (Gálatas 6.9-10)
Reconheça as necessidades ao seu redor e procure suprir de alguma forma ou cooperar para que sejam supridas. Comece em sua própria casa. Com seu cônjuge. Com seus filhos. Com seus pais.
Mantenha os olhos abertos. Você descobrirá que uma das melhores terapias do mundo é ajudar os outros.
Temos da parte do Senhor Jesus o exemplo, a inspiração e o mandamento para servir. Ele desceu da glória para servir e se tornar o nosso salvador e Senhor e nos dar corações que se alegram e se dispõem a servir.
Após lavar os pés dos discípulos Ele disse: “Ora, se eu, Senhor e Mestre, vos lavei os pés, vós deveis também lavar os pés uns dos outros, porque eu vos dei o exemplo, para que, como eu fiz, façais vós também.” (João 13.14-15)
Uma igreja é uma comunidade de serviço e de ajuda. Ela foi criada e existe para realizar o ministério de Cristo. Servir e dar a vida por muitos. Uma igreja é, ou deveria ser, consequentemente, uma comunidade terapêutica. Ela tem sua razão de ser para ajudar e servir. O melhor serviço que uma igreja pode prestar a seus membros, à sua cidade e às nações é conduzi-los à viva esperança que é Cristo Jesus.
Pr. Jeremias Pereira
Pastor Titular da Oitava Igreja Presbiteriana de Belo Horizonte
Fonte: www.oitavaigreja.org.br


Desordem mental sociológica

A situação caótica da cidade de Vitória nestes últimos dias, deflagrada pela greve dos militares, com os subsequentes desenvolvimentos de violências e assassinatos, saques a lojas, agencias e supermercados podem ser definidos como “desordem mental sociológica”. Algo muito estranho está acontecendo na Terra Brasilis.

O que vimos está próximo da barbárie, não por causa da extensão em si dos problemas, mas pela estranheza de parte da comunidade que demonstra uma disposição psicológica em usar da prerrogativa da falta de policiamento para instaurar o caos e o terror. De forma tosca seria como se uma aldeia descobrisse que o líder tribal está gravemente enfermo e a tribo resolvesse conspirar contra a unidade e a paz. Isto é anomia social.

Assusta-nos a violência em si, e assusta-nos o fator psicológico com seus inerentes efeitos sociais. Sempre ouvimos falar que o Brasil é um pais pacífico, mas as estatísticas dizem o contrário. O Brasil é, ou tem se tornado, um país violento. Em 2016, foram registrados 511 mil assassinatos no mundo, 56 mil apenas no Brasil. Se o Estado de Alagoas fosse uma nação, seria a segunda nação mais violenta do mundo.


O que está levando o Brasil a este caos? Trazendo esta “desordem mental sociológica”? A esta sensação de Estado sem lei e poder paralelo? Como responder a esta angústia social que aos poucos tem transformado o tema da segurança pública na questão principal da politica, quando deveríamos estar investindo recursos e planejamento em educação e saúde?


A “teoria das janelas quebradas”, parece se aplicar ao contexto brasileiro. A lógica é a seguinte: Uma rua suja estimula outras pessoas a jogarem lixo no chão; um lote baldio cheio de entulhos, motiva o vizinho a jogar ali o seu lixo; regiões depredadas e sujas, atraem a marginalidade. O abandono do centro de São Paulo com casarões abandonados e grafitados, atrai viciados em droga e criou um lixão conhecido como Cracolândia, um inferno no meio da cidade, com todas as suas vilezas e desumanização.

Cidades limpas encorajam a ordem, a disciplina, o bem estar. Ambientes violentos geram violência. Um abismo sempre chama outro abismo.

Nos tempos bíblicos há um registro lacônico: Quando o Estado teocrático deixou de ser governado pelos profetas e ainda não havia sido estabelecido a monarquia, criou-se um vácuo de liderança, e a Bíblia registra: “Naqueles dias não havia rei em Israel, cada um fazia o que queria”. A ausência do estado, gerou uma situação de caos.

Assim acontece hoje. A falta de modelos de liderança, abuso de poder, malversação das coisas públicas, leva os cidadãos a se considerarem no direito de estabelecer sua própria lei.

O drama da cidade de Vitória reflete a liderança inescrupulosa e casuísta de um Estado sem autoridade. Mentes adoecidas reproduzem o modelo corrupto, que na sua essência é também violento, seguindo o padrão das janelas quebradas. A lógica é: Se há corrupção generalizada, então posso participar deste “ethos”. Se sou violentado, posso violentar, se a rua está suja, posso atirar minha latinha de refrigerante no chão. Para mentes deformadas, se tudo está ruim, estou pronto a colaborar para o caos. É neste contexto que surge a “desordem mental sociológica”.


Por Samuel Vieira – pastor da Primeira Igreja Presbiteriana de Anápolis

Fonte: www.samuca.blogspot.com

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

EMPREGO OU TRABALHO?

Durante a primeira fase da sua vida profissional, o ser humano luta com todas as forças para conseguir um emprego, não importa onde nem como ou mesmo no que, desde que tenha a oportunidade de mostrar a real capacidade de produzir alguma coisa útil para conquistar alguns trocados. Num primeiro momento, ele não está muito preocupado com esse negócio de vocação, missão ou com o fato de encontrar algo que goste de fazer. Nessa fase, o que importa mesmo é a vontade de progredir e de se sentir aceito pela sociedade.

Com o tempo, descobre-se que existe uma diferença considerável entre emprego e trabalho. Emprego é o que você faz por dinheiro; trabalho é o que você faz por amor. Emprego é aquilo que você encontra facilmente; trabalho é o que você demora a encontrar e muitos talvez nunca encontrem. Emprego nem sempre tem algo a ver com a sua vocação; trabalho tem tudo a ver com a sua vocação. Emprego é o que move as pessoas para trás; trabalho é o que move as pessoas para frente. Emprego é algo que se deseja para sobreviver; trabalho é algo que provoca sentido de realização.

A maioria das pessoas vai passar a vida toda correndo atrás de emprego apenas para satisfazer suas necessidades básicas. Talvez elas não queiram nada mais do que um simples emprego e não há nada de mal nisso. Cada um vive à sua maneira, afinal, não está escrito em lugar algum que ambição e crescimento profissional são obrigatórios na vida de ninguém.

Apesar dessa constatação, é fácil encontrar pessoas que reclamam com frequência do cargo, do salário, do chefe, da falta de reconhecimento e até mesmo da vida que lhes parece injusta. Pior do que isso, o tempo passa e quando você as encontra novamente, de tempos em tempos, descobre que elas estão na mesma empresa, no mesmo cargo, no mesmo setor ou departamento, praticando o mesmo discurso e talvez ganhando o mesmo salário. Em suma, a comodidade do emprego não desperta sentido de contribuição. 
Infelizmente, algumas empresas também adoram esse tipo de pessoa, sem ambição, do tipo que reclama, mas faz, o bom soldado. Parte delas prefere estimular a submissão que transforma os profissionais em verdadeiros autômatos sujeitos ao tempo produtivo do relógio, desde que isso não represente perigo para o seu crescimento nem signifique desperdício de dinheiro com treinamento e coisas do gênero.
A realidade é dura. Não é tão simples encontrar o emprego ideal, aquele que se pode contar para todo mundo com orgulho e que provoca sorrisos de orelha a orelha cada vez que alguém pergunta o que você faz. Lamentavelmente, poucas pessoas foram orientadas a procurar trabalho, num sentido mais amplo. Em geral, as pessoas são orientadas a procurar um emprego e isso faz uma diferença enorme com relação à energia, ao tempo e ao modo como as pessoas se dedicam a uma profissão ou atividade.

Um dos maiores avanços provocados pela Geração Internet e pela Sociedade da Informação foi a possibilidade de pensarmos que somos capazes de aprender tudo e fazer tudo, ou quase tudo. Entretanto, o que vai atestar a nossa capacidade de realização e a nossa credibilidade é a forma como nos relacionamos com a sociedade através do exercício da nossa profissão. Quanto mais próximos da vocação original, mais próximos da perfeição, da originalidade, do sentido de realização. Quanto mais trabalharmos com amor, maior o sentido de contribuição e maior a aceitação por parte da sociedade.
Emerson, o grande pensador americano, dizia que leva-se muito tempo para descobrir o quanto somos ricos. Não nascemos prontos, mas nascemos com habilidades singulares que nos diferenciam de todos os demais seres humanos na face da Terra. Portanto, em vez de procurar um emprego, procure um sentido na vida, algo pelo qual valha a pena investir a maior parte do seu precioso tempo, algo que sinta orgulho de fazer e que transforme a sua vida num caminho digno de ser percorrido. A vida é curta para ser desperdiçada com coisas que não promovem o seu bem-estar e a felicidade das pessoas ao seu redor.
Experimente isso e seja feliz!
Autor: Jerônimos Mendes - Administrador, Coach, Escritor, Professor Universitário para Cursos de MBA e Palestrante com mais de 35 anos de experiência profissional em empresas de médio e grande porte
http://www.jeronimomendes.com.br/emprego-ou-trabalho/


UM MESSIAS PARA O MUNDO

Não é difícil escutarmos o termo “messias” sendo usado hoje em dia, principalmente no meio político, onde messianismo se refere a aqueles que se autoproclamam “salvadores da pátria”. Apesar de ser um termo conhecido e muito usado, sua origem no mundo ocidental está diretamente ligada ao ambiente religioso cristão, onde Jesus é proclamado como o Messias da humanidade, mas com um significado muito mais amplo que o de Salvador.
A palavra Messias significa “ungido”, uma referência à cerimônia de coroação do rei nas culturas antigas, mas com uma importante diferença: Jesus era o Ungido de Deus. Não foi à toa que Ele logo passou a ser chamado de Jesus Cristo, que é a versão na língua grega de Jesus, o Messias (esse, na língua hebraica). Mas, por que Jesus era esse ungido de Deus? Por que a humanidade precisava de um Messias?
Tudo começa no início do relato da humanidade em Gênesis, quando o primeiro casal resolve rejeitar o governo de Deus sobre suas vidas, aceitando uma proposta maléfica de se tornarem independentes. A reação de Deus vem acompanhada da promessa de um descendente da mulher que esmagaria a cabeça da serpente, o mal personificado, não sem antes também sofrer por causa desse mesmo mal, sendo ferido no calcanhar (Gênesis 3.15).
Assim, a história da redenção começa com um outro casal, Abraão e Sara, quando Deus afirma que através da descendência dele famílias de todas as nações da terra seriam abençoadas (Gênesis 12.3). Jacó, neto de Abraão, já no fim da vida, abençoa um de seus filhos, dizendo que um rei, um ungido, sairia de sua descendência. O nome desse bisneto de Abraão era Judá, de cuja linhagem veio o Rei Davi, um herói conquistador, mas ainda infectado pelo mal da serpente, e, por isso, desqualificado como aquele que a esmagaria.
As gerações seguintes a Davi provaram-se ainda mais desqualificadas, deixando-se levar pela atração do dinheiro, sexo e poder, até seguindo deuses pagãos. Assim, o povo de Israel foi levado cativo pelos Impérios Assírio e Babilônico. Entretanto, em meio a tanto caos, Deus levantou profetas para falar ao povo de que sua promessa de enviar um Rei que derrotaria o mal ainda estava de pé. Dentre eles, Isaías fala desse Rei que seria ferido de morte por causa do pecado da humanidade, mas que viraria uma fonte de cura para as nações (Isaías 53).
E é à sombra dessas profecias que o Novo Testamento começa apresentando Jesus de Nazaré, descendente de Adão, Abraão, Judá e Davi. Ele sai anunciando que o Reino de Deus havia chegado, confrontando o mal, curando as pessoas, perdoando pecados. Até que Ele mesmo recebe a mordida fatal da serpente, morrendo na cruz. O que parecia ser a vitória final do mal recebe uma reviravolta completa, quando Jesus ressuscita e decreta sua vitória sobre a morte. Ele sobe aos Céus e é glorificado diante do Pai como “Rei dos Reis e Senhor dos Senhores” (Apocalipse 19.16).
A morte e o mal ainda são uma realidade para a humanidade, mas nossa vitória sobre ambos se inicia através da fé em Jesus como o Cristo, o Ungido, o Messias de Deus, quando o reconhecemos como esse Rei dos reis sobre nossa própria vida. A partir daí, não só passamos a desfrutar nesta vida dessa vitória, como aguardamos o desfecho final, quando ele retornará para a destruição final da serpente e a restauração completa da Criação (Apocalipse 21 e 22).
Pr. Luís Fernando Nacif Rocha Pastor na Oitava Igreja Presbiteriana de Belo Horizonte
fonte: oitavaigreja.org.br

NÃO PERCA O FOCO, CONCENTRE-SE NO QUE É IMPORTANTE

A vida é feita de escolhas. A todo momento estamos tomando decisões. Algumas delas positivas, outras negativas. Algumas nos impulsionarão, outras nos puxarão para trás. Há escolhas acertadas e escolhas insensatas. Há lutas que merecem nosso empenho; outras que drenam nossas forças. Há batalhas dignas de serem travadas; outras que tiram o nosso foco. Destacaremos aqui, alguns pontos:
Em primeiro lugar, não olhe pelas lentes do retrovisor; olhe para frente. O apóstolo Paulo diz que precisamos esquecer as coisas que para trás ficaram, para podermos avançar para aquelas que diante de nós estão. Se ficarmos sempre olhando pelas lentes do retrovisor, presos ao passado, não sairemos do lugar. Para avançarmos, precisamos nos desvencilhar de todo peso e amarras. Um corredor não pode ter bom desempenho com uma mochila pesada em suas costas. Há pesos que prendem nossos pés ao chão. Há amarras emocionais que nos impedem de caminhar vitoriosamente. Há pendências que adoecem nossa alma e tiram-nos o entusiasmo de viver. Não permita, portanto, que sua alegria seja roubada. Não consinta que sua alma fique presa no cipoal da amargura. Não coloque seus pés no laço do ressentimento. Não entregue sua mente aos devaneios e perturbações. Não terceirize seus sentimentos. Mantenha-se focado no que Deus chamou você para fazer.
Em segundo lugar, não discuta com os críticos, vença os seus gigantes. Quando Davi foi levar provisão para seus três irmãos mais velhos que estavam no campo de batalha contra os filisteus, tomou conhecimento da afronta que Golias impunha aos soldados de Israel. O jovem pastor, corajosamente, se dispôs a enfrentar o gigante. Seu irmão mais velho, Eliabe, irritou-se com Davi. Humilhou-o diante dos soldados de Saul. Tentou achatar sua estima e reduzi-lo à insignificância. Eliabe queria tirar o foco de Davi, mas Davi não o permitiu. Davi não gastou seu tempo nem suas energias com o irmão crítico. Ele tinha uma causa para lutar. Ele tinha um gigante a vencer. Ele tinha um opróbrio a ser tirado de Israel. Ele tinha uma guerra a ser vencida. Se você escutar seus críticos, você perderá a alegria, a paz, o sono, o apetite, o foco.
Em terceiro lugar, não discuta com os inimigos da obra, trabalhe com maior entusiasmo. Quando Neemias chegou em Jerusalém, a cidade já estava há mais de cento e vinte anos debaixo de escombros. O desânimo do povo era imenso. A oposição dos inimigos era esmagadora. A restauração parecia impossível. Neemias, porém, orou a Deus e agiu. Avaliou a situação e convocou o povo ao trabalho. Dispôs o povo nas funções certas, nos lugares certos, com a motivação certa. Os inimigos se levantaram para paralisar a obra. Usaram as mais diferentes armas para atingir Neemias, para enfraquecer o povo e para deter a reforma. Neemias, porém, enfrentou todos os ataques com oração e trabalho. Suportou todos os ataques e críticas com firmeza pétrea. Instou o povo a trabalhar e a vigiar. Quando todos os esforços dos inimigos foram baldados, tentaram a cartada do diálogo. Chamaram Neemias para assentar-se ao redor de uma mesa, mas ele disse: “Eu estou fazendo uma grande obra e não posso descer”. Neemias não perdeu o foco. Ele sabia que a distração podia ser fatal. Ele sabia que a obra de Deus não é para ser discutida, mas para ser realizada.
Em quarto lugar, não discuta a obra, faça a obra enquanto é tempo. Quando Jesus desceu do monte de transfiguração, havia um pai aflito, com um filho endemoninhado precisando de libertação. O pai já havia apresentado seu filho aos discípulos de Jesus, mas eles não puderam curá-lo. Em vez dos discípulos estarem comprometidos com uma agenda positiva de oração e ação, estavam discutindo com os escribas. Em vez de estarem fazendo a obra, estavam discutindo a obra. Em vez de estarem orando e jejuando, buscando poder para fazer a obra, estavam discutindo com os opositores da obra. Na verdade, os discípulos perderam o foco, gastando o tempo com uma discussão infrutífera. Ainda hoje, corremos o risco de perdemos nosso tempo com uma agenda que nada produz para o reino de Deus. Ainda hoje corremos o risco de gastarmos nosso tempo discutindo a obra, em vez de investirmos nosso tempo fazendo a obra. Não perca o foco, concentre-se naquilo que é importante!

Rev. Hernandes Dias Lopes. Pastor da Igreja Presbiteriana do Brasil e apresentador do programa Verdade e Vida

Fonte: http://hernandesdiaslopes.com.br/

PLANEJANDO COM SEGURANÇA

Recentemente vimos o que um planejamento errado pode fazer, quando o Brasil descobriu que um piloto de avião, de forma irresponsável, tirou a sua própria vida e a de dezenas de pessoas. Ele decidiu, apesar de todos os avisos, apesar de sua formação técnica, realizar uma viagem sem margem de segurança alguma quanto ao combustível. Seu planejamento sem segurança foi fatal!

Estamos iniciando um novo ano, é tempo de aprender com os nossos erros e acertos. É tempo de olhar para o nosso projeto de vida e perguntar se estamos planejando com segurança, pois, a experiência já revelou que se queremos chegar bem é preciso dar os primeiros passos certos em direção aos nossos objetivos.

A primeira coisa é definir o que é prioritário, isto é indispensável em sua caminhada. Iniciar um planejamento significa um grande passo para a realização, pois, o simples fato de considerar um alvo, um objetivo de vida, já revela seu interesse em progredir e alcançar seus sonhos. O que é prioritário na vida é a definição do “porque”. Certamente, alguns dirão que você deve se preocupar com o “como”, ou “quando”, mas o propósito de seu planejamento é o mais importante.

Um texto muito conhecido é o de João 3.16, que diz: “Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.”

Perceba que a primeira coisa que Deus deixa claro é o “porque” de toda a Sua obra de salvação. “Porque” Deus amou ao mundo, toda a história da salvação aconteceu.
Ao planejar seu ano de 2017, pergunte ao seu coração onde está e qual é o seu “porque”, pois, isto irá revelar o seu propósito de vida.

Porque você crê que sem Jesus Cristo nada pode ser realizado, pois, Jesus mesmo disse: “sem mim nada podeis fazer”(João 15.5). Porque você sabe que Deus pode realizar todos os seus sonhos e projetos quando eles estão de acordo com a “boa, agradável e perfeita vontade de Deus”(Romanos 12.2). Porque você sabe que é Deus quem efetua em sua vida tanto o querer quanto o realizar (Filipenses 2.13). Porque você sabe que para ser realizado você precisa fazer tudo para a glória de Deus (1 Coríntios 10.31). Então inicie seu ano planejando com segurança, na certeza de que o seu relacionamento com Deus deve ser o seu grande “porque”. Quando chegar o final do ano, e alguém te perguntar, como você alcançou suas bênçãos, você possa testemunhar com alegria dizendo: “porque Deus foi prioridade em minha vida e Ele abriu as portas para tantas bênçãos!”.
Que Deus nos abençoe!



Rev. Leonardo Sahium

Pastor na Igreja Presbiteriana da Gávea – RJ
Extraído: http://ipgavea.org/category/pastorais/


Resoluções para o Ano Novo

Apesar de toda frustração e desencanto por outros alvos anteriormente estabelecidos – e não alcançados – em tempos passados, aprecio o “simbólico” da passagem do ano. Emocionalmente sentimos que algo foi concluído, fechou-se um ciclo. E isto pode ser muito positivo.

No livro do Profeta Isaías há uma exortação: “Não lembreis as coisas passadas, nem considereis as antigas”, penso que esta palavra se aplica bem a cada um de nós, ao tomarmos novas resoluções e estabelecermos novos alvos. Ter um momento como ponto de partida pode ser altamente benéfico em se tratando de alvos e objetivos, afinal, estamos virando a página da história, um novo tempo começou, o calendário mudou.

Existem muitos alvos: Perder alguns quilos, organizar melhor a agenda, ter mais tempo para si e para a família, aumentar a produção da empresa, receber uma promoção, conseguir tirar de férias (alguns dizem que não é possível encontrar tempo nem dinheiro para isto), ter mais compromisso com a família (os pais estão idosos, os filhos adolescentes precisando da nossa presença), reavivar compromissos espirituais (a correria está afastando muitos da igreja), ler a bíblia toda neste ano, ser mais generoso com os recursos – a lista pode ser quase interminável.

Provavelmente você falhará num destes compromissos, mas pelo menos tente. Pode ser que você até descubra uma nova fonte de prazer ao assumir atitudes diferentes, afinal, “melhores atitudes, maiores altitudes”. Vá em frente. O calendário é fator motivacional para eliminar comportamentos tóxicos e estabelecimento de novos valores e princípios.

Um antigo ditado afirma que “o uso do cachimbo entorta a boca”. Pode ser que você tenha adotado um estilo de vida tão disfuncional em determinado momento da sua vida e incorporado esta forma de ser e viver de uma maneira tal que passou a acreditar que é assim que são as coisas... descobrir  novas maneiras de fazer as coisas pode ser libertador. Entender que a vida segue sem a gente, pode ser terapêutico. Se você adoecer ou morrer de estresse, esteja certo de que seus filhos e esposa vão sobreviver – e isto pode lhe assustar: Talvez até melhor sem você!

Você não é insubstituível. “o cemitério está cheio de gente insubstituível”.

Tome algumas decisões.


A mudança de calendário ajuda, inspira, motiva. Mesmo que você descubra que não conseguiu atingir seus alvos, não tenha medo de estabelecê-los, pois ao fazer isto, vai perceber que o fracasso pode ajudar a entender que precisa ser mais diligente e aplicado, e que o objetivo continua sendo bom. Mantenha-o sempre como meta para um estilo de vida mais saudável e abençoador.


Autor: Rev. Samuel Vieira – Pastor na Igreja Presbiteriana Central de Anápolis – GO

Fonte: http://revsamuca.blogspot.com.br/2015/01/resolucoes-para-o-ano-novo.html