sexta-feira, 15 de novembro de 2019
Justiça para quem?
O Brasil
reafirma a sua imagem de país da impunidade
E Alexandre Nardoni voltou à regalia
do regime semiaberto. Uma beleza este nosso país. Aqui, mesmo os crimes
hediondos, inclusive contra crianças, passam longe da punição rigorosa. O
sujeito foi condenado a 30 anos de prisão pelo assassinato da própria filha,
Isabella, de 5 anos, mas conseguiu a progressão de regime por ter cumprido o
tempo mínimo de detenção (um escárnio) e porque ...se comportou bem na cadeia!
É isso: a despeito do crime covarde e cruel, contra uma criança, Nardoni é um
bom moço. Ignore-se, portanto, a vítima e contemple-se o condenado com as
benesses da nossa legislação “penal”.
Em agosto, elogiei neste espaço a determinação do Tribunal de Justiça de São Paulo de que Nardoni voltasse ao regime fechado, do qual havia saído quatro meses antes. Na ocasião, um dos juízes justificou a decisão: “A indiferença e a frieza causam assombro. Não há traço mínimo de arrependimento ou remorso pela morte da filha, de sorte que não apresenta prognose (prognóstico) positiva para o benefício obtido”. Uma perfeita síntese, diga-se. Mas o Superior Tribunal de Justiça não viu da mesma forma e restabeleceu o regime semiaberto para ele, com direito às saídas temporárias da prisão.
Fecha-se, assim, mais um capítulo de injustiça contra Isabella. A madrasta dela, Anna Carolina Jatobá — condenada a 26 anos e oito meses de prisão pelo mesmo crime —, está no semiaberto desde 2017, com direito às saídas temporárias, inclusive no Dia das Crianças! Duro de aceitar, não?
Em agosto, elogiei neste espaço a determinação do Tribunal de Justiça de São Paulo de que Nardoni voltasse ao regime fechado, do qual havia saído quatro meses antes. Na ocasião, um dos juízes justificou a decisão: “A indiferença e a frieza causam assombro. Não há traço mínimo de arrependimento ou remorso pela morte da filha, de sorte que não apresenta prognose (prognóstico) positiva para o benefício obtido”. Uma perfeita síntese, diga-se. Mas o Superior Tribunal de Justiça não viu da mesma forma e restabeleceu o regime semiaberto para ele, com direito às saídas temporárias da prisão.
Fecha-se, assim, mais um capítulo de injustiça contra Isabella. A madrasta dela, Anna Carolina Jatobá — condenada a 26 anos e oito meses de prisão pelo mesmo crime —, está no semiaberto desde 2017, com direito às saídas temporárias, inclusive no Dia das Crianças! Duro de aceitar, não?
Abordo o caso Nardoni por ser
emblemático, mas há um sem-número de criminosos no Brasil desfrutando da nossa
legislação pró-réu. Para os cidadãos, fica o sentimento de revolta,
inconformismo, impotência.
Urge uma reformulação na legislação “penal” para pôr fim a tantas regalias a bandidos. São infinidades de recursos — a ponto de crimes prescreverem —; decisões jurídicas com dois pesos e duas medidas, a depender do cacife do réu; benefícios em série que impedem o cumprimento total das penas. A própria Justiça deveria fazer uma profunda autocrítica. Mas tanto Legislativo quanto Judiciário, poderes instituídos para servirem ao povo, fazem ouvidos moucos a essas urgentes demandas. Está aí a decisão desta semana do Supremo Tribunal Federal que não me deixa mentir. O Brasil reafirma a sua imagem de país da impunidade.
Cida Barbosa
Urge uma reformulação na legislação “penal” para pôr fim a tantas regalias a bandidos. São infinidades de recursos — a ponto de crimes prescreverem —; decisões jurídicas com dois pesos e duas medidas, a depender do cacife do réu; benefícios em série que impedem o cumprimento total das penas. A própria Justiça deveria fazer uma profunda autocrítica. Mas tanto Legislativo quanto Judiciário, poderes instituídos para servirem ao povo, fazem ouvidos moucos a essas urgentes demandas. Está aí a decisão desta semana do Supremo Tribunal Federal que não me deixa mentir. O Brasil reafirma a sua imagem de país da impunidade.
Cida Barbosa
#god #Deus
#evangelho #musica #radiogospel #revista #hernandes #pregador #igreja #Bíblia #bloggospel
#músicagospel #Fernandinho #Cassiane #Damares #AlineBarros #Jesus #Cristo #cristãos
#ouviragora
Esgotamento psicológico: Nem sempre é fraqueza, às vezes é por ter sido forte demais
Às vezes desabamos
mentalmente, não porque somos fracos, mas por termos sido fortes durante muito
tempo. Sofremos demais, durante demasiado tempo. Assumimos muitas responsabilidades.
Vencendo uma guerra após outra, e só o fato de sermos pessoas fortes parece que
nos impõe a obrigação de jamais termos o direito de fraquejar um instante
sequer.
Mas é muito compreensivo e normal, às vezes, sofrermos uma
profunda exaustão psicológica.
O cansaço psicológico geralmente é um processo lento, ele se
acumula gota a gota sem perceber. A gota d’água que transborda o copo pode ser
qualquer coisa que nos coloca cara a cara com a impossibilidade de resolver
determinados assuntos que vão se acumulando. Então nós caímos, física e
mentalmente.
O que é o esgotamento psicológico e quais são suas causas?
O esgotamento psicológico é um estado de extrema exaustão
mental e emocional, que muitas vezes é acompanhado por um sentimento de falta
de força física. Esse estado de desgaste extremo é causado por um excesso de
recursos emocionais e / ou cognitivos. Em outras palavras: nós não damos mais
de nós. Muitas vezes, é experimentado como uma espécie de inércia física e
mental, um sentimento de “peso” que envolve o dia a dia, como se estivéssemos
ligados no piloto automático.
As causas do esgotamento psicológico são variadas, embora em
muitos casos haja uma constante: dar muito e receber pouco, por exemplo. A
exaustão psicológica aparece como resultado de uma entrega constante e até
mesmo excessiva, seja no trabalho, para outros, para um projeto que nos excita,
mas também nos consome; aos problemas cotidianos, às tarefas do dia a dia.
Fadiga mental: sintomas premonitórios de exaustão
- Perda de energia. O sentimento de exaustão psicológica geralmente se reflete primeiro fisicamente, então é normal que você se sinta sem energia. Só o ato de abrir os olhos pela manhã, faz você achar que não poderá enfrentar o dia.
- Irritabilidade. Um dos sintomas mais evidentes de exaustão psicológica é nervosismo, irritabilidade e hipersensibilidade porque você perde o autocontrole com mais facilidade do que o normal. Ao mesmo tempo, você começa a interpretar os estímulos como se fossem ameaças, o que leva você a reagir, colocando-se na defensiva.
- Insônia. Muitas vezes, por trás do esgotamento psicológico, estão ocultos problemas não resolvidos, que se aproximam em sua mente, de modo que não permitem que você durma bem e você se vê acordado por várias horas durante à noite.
- Incapacidade de desfrutar de pequenos prazeres da vida. As coisas que você já desfrutou já não o encorajam mais. É como se o mundo subitamente tivesse perdido suas cores. Em alguns casos, você pode sentir como se você flutuasse em uma espécie de limbo que o distancia da realidade.
- Perda de motivação. Quando você está extremamente exausto, você simplesmente não encontra a motivação para se envolver em novos projetos ou fazer as coisas com as quais você se apaixonava antes. Qualquer tarefa parece titânica e você desenvolve uma profunda apatia em relação ao mundo. E a todo momento aparecem sentimentos de desencanto, decepção e desespero.
- Falhas na memória. A atenção é um dos primeiros processos psicológicos que são afetados quando você está exausto, o que também leva a lapsos frequentes. É provável que você esqueça as mensagens, que você não lembre de onde você deixou as chaves ou mesmo que tenha dificuldade em lembrar o que você comeu no dia anterior. Isso ocorre porque sua mente está muito saturada para continuar processando e armazenando informações no nível consciente.
- Pensamento lento. O esgotamento psicológico também afeta processos cognitivos, então você pode perceber que você pensa mais devagar ou que tem dificuldade em pensar. O que você costumava fazer rapidamente, custa-lhe muito mais e às vezes você até achou difícil dar um sentido lógico às ideias em sua mente ou acompanhar um longo discurso.
Quem é mais vulnerável ao esgotamento psicológico?
Todos podemos nos esgotar psicologicamente, especialmente quando passamos por situações particularmente estressantes na vida, mas existem algumas características de personalidade que podem nos tornar mais vulneráveis a essa exaustão mental.
– Perfeccionismo. Os perfeccionistas, que exigem muito de si mesmos, acabam adicionando um peso extra nos ombros que, a longo prazo, representa mais estresse.
– Dificuldade para delegar. As pessoas que querem assumir todas as tarefas, porque acreditam que os outros não sabem como fazê-las ou não estão à altura, são mais propensas a sofrer o esgotamento psicológico devido a um excesso de responsabilidades.
– Sensibilidade extrema. As pessoas que são muito empáticas e hipersensíveis são mais propensas a sofrer um estado de exaustão emocional porque muitas vezes assumem os problemas dos outros como seus próprios, sem poder estabelecer uma distância psicológica de proteção.
– Incapacidade de relaxar. Algumas pessoas, devido às características do sistema nervoso, acham mais difícil relaxar e se desconectar do que outros. É como se o seu cérebro tivesse funcionado a mil revoluções por minuto constantemente. No entanto, no longo prazo, isso acaba fazendo exame de seu pedágio.
Remédios para a fadiga mental: as 5 regras a seguir
Todos devem encontrar seu próprio remédio para a fadiga
mental, o que significa que você deve detectar o que está consumindo sua
energia e enfrentar esse problema, talvez numa perspectiva diferente. Lembre-se
de que, às vezes, uma mudança de perspectiva é suficiente para mudar tudo, sem
que nada mude.
No entanto, aqui estão 5 regras gerais que você deve seguir
para lidar com o esgotamento psicológico:
1.Descanse. Para ser eficaz e produtivo, você precisa
descansar. Na vida, é essencial encontrar um equilíbrio entre trabalho e
obrigações e tempo livre e descanso. Certifique-se de encontrar o tempo para
relaxar, de modo que se torne um hábito diário – dos 15 minutos após às
refeições – e assim, você pode evitar o esgotamento físico e psicológico.
2.Priorizar. O dia tem 24 horas, embora você queira não pode estendê-lo. Portanto, você deve aprender a priorizar as coisas que parecem ser urgentes, mas também aquelas com as quais você é mais apaixonado. Porque se você preencher o seu dia com tarefas que geram estresse, isso causará fadiga mental profunda, então você deve se permitir um equilíbrio dentre suas prioridades.
3.Demanda menos. Seja um pouco mais realista, você não é um super-homem ou uma super-mulher. Às vezes, nada acontece se cometer erros, se as coisas não forem perfeitas ou se as adiar. Não adiciona pressão desnecessária à sua vida, você não é uma panela.
4.Seja compassivo consigo mesmo. Trata de se relacionar com você, assumindo uma atitude mais positiva e compassiva. Consiste em modular o discurso que você mantém com você, dando-lhe confiança e tranquilidade, em vez de recriminar e criticar a si mesmo com dureza. Um discurso que acrescenta mais estresse e desconforto se tornará o combustível que alimenta o esgotamento psicológico.
5.Reencontre-se. O esgotamento psicológico geralmente cria em torno de nós uma camada composta de preocupações, pressões, deveres, angústia e auto-demandas que, a longo prazo, nos faz esquecer de nós mesmos. Portanto, é importante que você encontre um espaço para estar sozinho com você, alguns momentos do dia em que você simplesmente respire com facilidade e conecte-se com suas necessidades, sonhos e desejos.
Fonte. https://jafoste.net/esgotamento-psicologico-nem-sempre-e-fraqueza-as-vezes-e-por-ter-sido-forte-demais/
#god #Deus
#evangelho #musica #radiogospel #revista #hernandes #pregador #igreja #Bíblia #bloggospel
#músicagospel #Fernandinho #Cassiane #Damares #AlineBarros #Jesus #Cristo #cristãos
#ouviragora
quarta-feira, 7 de agosto de 2019
Ultimato
Em 2019 foi lançado Vingadores: Ultimato, o último blockbuster da Marvel, quebrando recordes de bilheteria. O filme é a culminância de um ambicioso arco de história que abrange 22 filmes que a Marvel Studios começou a planejar há 14 anos. Ultimato traz esse planejamento à sua conclusão final. Possivelmente seja o filme mais aguardado já produzido.
Em contraste, considere as palavras de abertura do Novo Testamento, registradas no Evangelho de Mateus:
“Livro da genealogia de Jesus Cristo, filho de Davi, filho de Abraão”.
De imediato, as palavras podem não parecer excitantes, mas podem ser as palavras mais explosivas já escritas. Embora sejam as primeiras palavras do Novo Testamento, elas verdadeiramente ecoam o primeiro livro do Antigo Testamento, Gênesis 5.1: “Este é o livro da genealogia de Adão…”. Em outras palavras, a abertura do Evangelho de Mateus não é entediante; ela é incrivelmente dramática. Mateus está dizendo que a história de Jesus é um evento memorável, que não apenas dá continuidade à história bíblica, mas também transforma a história bíblica e toda a história da humanidade em algo novo. Mateus está começando o seu Evangelho, sinalizando para todos que conhecem a história, que este é o “Ultimato” da história da humanidade, muito mais importante que um filme; que não foi planejado por mais de 15 anos, mas pelo próprio Deus, ao longo de mil gerações.
Que tipo de homem pode ser a figura transformadora, o ponto principal da história? Quem é essa pessoa e o que ela veio fazer? Mateus pode começar com uma genealogia “chata”, mas, na verdade, ele responde à própria questão da identidade de Jesus e oferece uma filosofia da história completa no processo.
Considere o que Mateus está afirmando logo nas suas palavras iniciais. Ele está contando a história de transformadora de um homem chamado Jesus. “Jesus” era um nome popular e importante entre os judeus do primeiro século. Era a versão grega de “Josué”, uma figura fundamental na história judaica, que reconhecidamente conduziu Israel para a Terra Prometida e, finalmente, cumpriu as promessas de Deus ao seu povo. De modo apropriado, o nome significa “O Senhor é salvação”.
Mas esse não era um homem comum cujo nome era “Josué”. Mateus lhe dá um segundo título e diz que esse homem era Jesus Cristo. “Cristo” não era o seu sobrenome. Não havia ninguém no primeiro século que desse ao filho o nome de “Cristo”. Isso porque Cristo significava Messias, “o Ungido”. No Antigo Testamento esse título foi originalmente reservado para profetas, sacerdotes e reis. Mas veio a ser associado com o Salvador que Deus prometeu enviar para redimir o seu povo – sua promessa de enviar uma semente que esmagaria a cabeça da serpente, de enviar um descendente que abençoaria o mundo inteiro, de enviar um profeta que resgataria o seu povo, de enviar um sacerdote que expiaria os seus pecados, de enviar um rei que restauraria o reino.
Em seguida, Mateus o chama de “filho de Davi”, em si mesma uma expansão da expectativa messiânica. O “filho de Davi” era o cumprimento das promessas pactuais de Deus a Davi, de que um dos seus descendentes construiria uma casa para o nome de Deus, triunfaria sobre os inimigos de Deus, levaria o seu povo a um reino de paz e reinaria por toda a eternidade.
Finalmente, ele o chama de “filho de Abraão”. Antes mesmo de Davi, Abraão foi o primeiro a receber uma promessa pactual de Deus. Depois que Abraão ofereceu Isaque, o anjo de Deus lhe disse: “Jurei por mim mesmo… porquanto fizeste isso e não me negaste o teu único filho, que deveras te abençoarei e certamente multiplicarei a tua descendência como as estrelas dos céus… a tua descendência possuirá a cidade dos seus inimigos, nela serão benditas todas as nações da terra” (Gênesis 22.16-18). O cumprimento dessa promessa se tornou parte da esperança messiânica – que um dos descendentes de Abraão possuiria “a cidade dos seus inimigos”, e nele “todas as nações da terra seriam abençoadas”.
Você entende por que as palavras iniciais de Mateus podem ser as palavras mais explosivas jamais escritas? Este é o ponto culminante das promessas de Deus por milhares de anos. Este é o blockbuster mais esperado no céu ou na terra. Este é o Ultimato. Este é o nome que muda tudo, de maneira que não estamos mais falando a respeito da história da humanidade sob Adão. Estamos começando a história da humanidade sob Jesus Cristo. Daqui em diante, nada será igual. A partir deste ponto, toda a história da humanidade depende da identidade deste homem e do seu relacionamento com ele!
Autor: Matt Foreman
Fonte: https://voltemosaoevangelho.com
#god #Deus
#evangelho #musica #radiogospel #revista #hernandes #pregador #igreja #Bíblia #bloggospel
#músicagospel #Fernandinho #Cassiane #Damares #AlineBarros #Jesus #Cristo #cristãos
#ouviragora
Em contraste, considere as palavras de abertura do Novo Testamento, registradas no Evangelho de Mateus:
“Livro da genealogia de Jesus Cristo, filho de Davi, filho de Abraão”.
De imediato, as palavras podem não parecer excitantes, mas podem ser as palavras mais explosivas já escritas. Embora sejam as primeiras palavras do Novo Testamento, elas verdadeiramente ecoam o primeiro livro do Antigo Testamento, Gênesis 5.1: “Este é o livro da genealogia de Adão…”. Em outras palavras, a abertura do Evangelho de Mateus não é entediante; ela é incrivelmente dramática. Mateus está dizendo que a história de Jesus é um evento memorável, que não apenas dá continuidade à história bíblica, mas também transforma a história bíblica e toda a história da humanidade em algo novo. Mateus está começando o seu Evangelho, sinalizando para todos que conhecem a história, que este é o “Ultimato” da história da humanidade, muito mais importante que um filme; que não foi planejado por mais de 15 anos, mas pelo próprio Deus, ao longo de mil gerações.
Que tipo de homem pode ser a figura transformadora, o ponto principal da história? Quem é essa pessoa e o que ela veio fazer? Mateus pode começar com uma genealogia “chata”, mas, na verdade, ele responde à própria questão da identidade de Jesus e oferece uma filosofia da história completa no processo.
Considere o que Mateus está afirmando logo nas suas palavras iniciais. Ele está contando a história de transformadora de um homem chamado Jesus. “Jesus” era um nome popular e importante entre os judeus do primeiro século. Era a versão grega de “Josué”, uma figura fundamental na história judaica, que reconhecidamente conduziu Israel para a Terra Prometida e, finalmente, cumpriu as promessas de Deus ao seu povo. De modo apropriado, o nome significa “O Senhor é salvação”.
Mas esse não era um homem comum cujo nome era “Josué”. Mateus lhe dá um segundo título e diz que esse homem era Jesus Cristo. “Cristo” não era o seu sobrenome. Não havia ninguém no primeiro século que desse ao filho o nome de “Cristo”. Isso porque Cristo significava Messias, “o Ungido”. No Antigo Testamento esse título foi originalmente reservado para profetas, sacerdotes e reis. Mas veio a ser associado com o Salvador que Deus prometeu enviar para redimir o seu povo – sua promessa de enviar uma semente que esmagaria a cabeça da serpente, de enviar um descendente que abençoaria o mundo inteiro, de enviar um profeta que resgataria o seu povo, de enviar um sacerdote que expiaria os seus pecados, de enviar um rei que restauraria o reino.
Em seguida, Mateus o chama de “filho de Davi”, em si mesma uma expansão da expectativa messiânica. O “filho de Davi” era o cumprimento das promessas pactuais de Deus a Davi, de que um dos seus descendentes construiria uma casa para o nome de Deus, triunfaria sobre os inimigos de Deus, levaria o seu povo a um reino de paz e reinaria por toda a eternidade.
Finalmente, ele o chama de “filho de Abraão”. Antes mesmo de Davi, Abraão foi o primeiro a receber uma promessa pactual de Deus. Depois que Abraão ofereceu Isaque, o anjo de Deus lhe disse: “Jurei por mim mesmo… porquanto fizeste isso e não me negaste o teu único filho, que deveras te abençoarei e certamente multiplicarei a tua descendência como as estrelas dos céus… a tua descendência possuirá a cidade dos seus inimigos, nela serão benditas todas as nações da terra” (Gênesis 22.16-18). O cumprimento dessa promessa se tornou parte da esperança messiânica – que um dos descendentes de Abraão possuiria “a cidade dos seus inimigos”, e nele “todas as nações da terra seriam abençoadas”.
Você entende por que as palavras iniciais de Mateus podem ser as palavras mais explosivas jamais escritas? Este é o ponto culminante das promessas de Deus por milhares de anos. Este é o blockbuster mais esperado no céu ou na terra. Este é o Ultimato. Este é o nome que muda tudo, de maneira que não estamos mais falando a respeito da história da humanidade sob Adão. Estamos começando a história da humanidade sob Jesus Cristo. Daqui em diante, nada será igual. A partir deste ponto, toda a história da humanidade depende da identidade deste homem e do seu relacionamento com ele!
Autor: Matt Foreman
Fonte: https://voltemosaoevangelho.com
#god #Deus
#evangelho #musica #radiogospel #revista #hernandes #pregador #igreja #Bíblia #bloggospel
#músicagospel #Fernandinho #Cassiane #Damares #AlineBarros #Jesus #Cristo #cristãos
#ouviragora
Equívocos
Uma das conhecidas máximas de Sócrates, filósofo grego, é a seguinte: “Quanto mais sei, mais sei que nada sei”.
Como facilmente julgamos erroneamente o que vemos, ou interpretamos de forma incorreta o que nos é dito. É fácil se equivocar no julgamento dos fatos, assim como é fácil se equivocar acerca das pessoas.
Na Bíblia há um relato interessante sobre isto. O profeta Samuel é enviado por Deus à casa de Jessé para ungir um de seus filhos para ser rei em Israel. Eram oito filhos, incluindo Davi que não estava presente, e quando Eliabe entrou, Samuel disse consigo: “Certamente, está perante o Senhor o seu ungido. Porém, o Senhor disse a Samuel: Não atentes para a sua aparência, nem para a sua altura, porque o rejeitei; porque o Senhor não vê como vê o homem. O homem vê o exterior, porém o Senhor, o coração”.
O grande problema é que não seguimos o que é verdade, mas o que julgamos ser a verdade. Não necessariamente julgamos os fatos corretamente, mas damos a interpretação dos fatos; nem avaliamos corretamente as pessoas, mas a visão que desenvolvemos acerca delas.
Por isto é que você já teve ter vivido situações nas quais posteriormente admitiu que estava equivocado em relação a alguém, tanto por dar crédito a alguém duvidoso, quanto para suspeitar de alguém fidedigno.
Errar na interpretação é errar na vida. Nossos pressupostos e valores nos guiam e passamos a viver baseados naquilo que cremos e aceitamos como verdadeiro. Por isto, errar na avaliação cobra um dividendo tão caro. Quando a realidade vem à tona e revela o equívoco, ficamos irritados, frustrados ou nos tornamos vitimizados.
Mark Twain afirma: “O que nos causa problemas não é o que não sabemos. É o que temos certeza que sabemos e que, no final, não é verdade”. O pensamento é o produto mental decorrente da capacidade que todos os seres humanos possuem de trabalhar com a sua mente. Infelizmente muitas vezes cometemos “erros de pensamento”.
Em outras ocasiões, consideramos que existe somente o preto e o branco e nos esquecemos do cinza. Na verdade, existe uma zona cinzenta na qual as cores não são muito definidas, mas ainda assim queremos afirmar que são pretas ou brancas.
A verdade é que todos nós, cometemos equívocos. Uma atitude de humildade e confissão, pode ser redentora. Muitas vezes o problema não é apenas cometer equívocos, mas insistir em sustentar uma mentira, mesmo depois que já entendemos nosso erro, simplesmente porque somos incapazes de dizer: “Me perdoa!”, ou “eu reconheço minha falha”, ou ainda “me ajude!” O equívoco pode ser real, mas a cura também pode ser completa, quando deixamos de sustentar aquilo que, no final, descobrimos que é falso. Isto é libertador!
Autor: Samuel Vieira
Pastor na Primeira Igreja Presbiteriana de Anápolis
Fonte: revsamuca.blogspot.com
#god #Deus
#evangelho #musica #radiogospel #revista #hernandes #pregador #igreja #Bíblia #bloggospel
#músicagospel #Fernandinho #Cassiane #Damares #AlineBarros #Jesus #Cristo #cristãos
#ouviragora
Como facilmente julgamos erroneamente o que vemos, ou interpretamos de forma incorreta o que nos é dito. É fácil se equivocar no julgamento dos fatos, assim como é fácil se equivocar acerca das pessoas.
Na Bíblia há um relato interessante sobre isto. O profeta Samuel é enviado por Deus à casa de Jessé para ungir um de seus filhos para ser rei em Israel. Eram oito filhos, incluindo Davi que não estava presente, e quando Eliabe entrou, Samuel disse consigo: “Certamente, está perante o Senhor o seu ungido. Porém, o Senhor disse a Samuel: Não atentes para a sua aparência, nem para a sua altura, porque o rejeitei; porque o Senhor não vê como vê o homem. O homem vê o exterior, porém o Senhor, o coração”.
O grande problema é que não seguimos o que é verdade, mas o que julgamos ser a verdade. Não necessariamente julgamos os fatos corretamente, mas damos a interpretação dos fatos; nem avaliamos corretamente as pessoas, mas a visão que desenvolvemos acerca delas.
Por isto é que você já teve ter vivido situações nas quais posteriormente admitiu que estava equivocado em relação a alguém, tanto por dar crédito a alguém duvidoso, quanto para suspeitar de alguém fidedigno.
Errar na interpretação é errar na vida. Nossos pressupostos e valores nos guiam e passamos a viver baseados naquilo que cremos e aceitamos como verdadeiro. Por isto, errar na avaliação cobra um dividendo tão caro. Quando a realidade vem à tona e revela o equívoco, ficamos irritados, frustrados ou nos tornamos vitimizados.
Mark Twain afirma: “O que nos causa problemas não é o que não sabemos. É o que temos certeza que sabemos e que, no final, não é verdade”. O pensamento é o produto mental decorrente da capacidade que todos os seres humanos possuem de trabalhar com a sua mente. Infelizmente muitas vezes cometemos “erros de pensamento”.
Em outras ocasiões, consideramos que existe somente o preto e o branco e nos esquecemos do cinza. Na verdade, existe uma zona cinzenta na qual as cores não são muito definidas, mas ainda assim queremos afirmar que são pretas ou brancas.
A verdade é que todos nós, cometemos equívocos. Uma atitude de humildade e confissão, pode ser redentora. Muitas vezes o problema não é apenas cometer equívocos, mas insistir em sustentar uma mentira, mesmo depois que já entendemos nosso erro, simplesmente porque somos incapazes de dizer: “Me perdoa!”, ou “eu reconheço minha falha”, ou ainda “me ajude!” O equívoco pode ser real, mas a cura também pode ser completa, quando deixamos de sustentar aquilo que, no final, descobrimos que é falso. Isto é libertador!
Autor: Samuel Vieira
Pastor na Primeira Igreja Presbiteriana de Anápolis
Fonte: revsamuca.blogspot.com
#god #Deus
#evangelho #musica #radiogospel #revista #hernandes #pregador #igreja #Bíblia #bloggospel
#músicagospel #Fernandinho #Cassiane #Damares #AlineBarros #Jesus #Cristo #cristãos
#ouviragora
ARROGÂNCIA, A PORTA DE ENTRADA DO FRACASSO
A arrogância é um sentimento tolo. Somente aqueles que não sabem quem são cultivam pensamentos soberbos. Mas ninguém pode conhecer a si mesmo sem antes conhecer a Deus. O conhecimento de Deus é o primeiro passo para o autoconhecimento. Se o homem desconhece a Deus, projeta-se a si mesmo além do que convém. Infla sua vaidade ao extremo e sente-se maior e melhor do que de fato é. Quanto mais o indivíduo conhece a Deus, mais conhece a si mesmo. Quanto mais se aproxima do Todo-poderoso, mais reconhece sua fraqueza. Quanto mais compreende a grandeza insondável daquele que a tudo vê, tudo sonda e a todos conhece, mais cônscio fica de sua total carência da graça. Destacaremos três tipos de arrogância:
Em primeiro lugar, a arrogância intelectual. A arrogância intelectual é uma tolice inominável. A arrogância do saber é uma prova incontestável da ignorância mais tosca. O que não sabemos é muito maior do que o que sabemos. O que não sabemos é um universo inesgotável diante das coisas diminutas que sabemos. O sábio é aquele que quase nada sabe. O tolo arrota saber, estadeia conhecimento e faz propaganda de sua erudição. O sábio, porém, perplexo, se humilha diante da imensidão vastíssima do que se deve saber e das gotas diminutas do que se sabe. Os soberbos, como um restolho, só têm sabugo e palha, porém, jamais se curvam humildemente diante de Deus. Aqueles, entretanto, que buscam o saber, quanto mais se aprofundam no conhecimento, mais humildes se tornam e menos fazem propaganda de sua erudição, porque vivem extasiados diante da majestade de Deus e de suas obras.
Em segundo lugar, a arrogância moral. A arrogância moral é outra destacada tolice. Proclamar suas próprias virtudes e aplaudir seus próprios feitos é de uma mediocridade sem tamanho. Só aqueles que vivem nas sombras lôbregas da ignorância moral podem exaltar a si mesmos e construir monumentos a si mesmos. Quanto mais conhecemos a santidade de Deus, mais cônscios ficamos de nossa miserável condição de pecadores. Quanto mais sondamos as profundezas de nossa alma, mais cientes ficamos das nódoas que maculam nosso íntimo. Conhecer a Deus e viver em sua presença é prostrar-se com o rosto no chão, e ter um senso profundo de nossa miserabilidade. Só a luz daquele que proclamou a si mesmo como a luz do mundo pode devassar os corredores escuros do nosso coração. Só diante dele temos consciência de que nossas justiças não passam de trapos de imundícia. Só quando nos vemos despojados de justiça própria podemos desejar ser revestidos de sua justiça.
Em terceiro lugar, a arrogância espiritual. A arrogância espiritual é loucura consumada. Só um fariseu hipócrita ostenta o verniz de sua espiritualidade fajuta e aplaude suas próprias virtudes ao mesmo tempo que reprova, de forma ácida, os delitos das pessoas que vivem à sua volta. Os homens mais piedosos são aqueles que mais choram pelos seus pecados. Os soberbos, todavia, gabam-se de virtudes que nunca tiveram. Os humildades, reconhecem-se pobres e carentes da graça; os soberbos colocam-se no pedestal da santidade, para se vangloriar em sua justiça própria. Os arrogantes estadeiam sua santidade externa ao mesmo tempo que escondem seu coração cheio de rapina. Falam de seus feitos ao mesmo tempo que escondem suas perversas motivações. Proclamam sua própria piedade ao mesmo tempo que denunciam, sem piedade, os pecados dos outros. Os soberbos são resistidos por Deus, mas os humildes são por ele exaltados. Não exalte a si mesmo, antes, humilhe-se sob a poderosa mão de Deus. Não drapeje a bandeira de suas obras. Ao contrário, faça o bem sem olhar a quem, e ordene que sua mão esquerda esqueça-se do que fez a sua mão direita. Não queira receber a glória que só pertence a Deus. Ao fazer o bem, faça-o para a glória de Deus e para o bem de seu próximo. Lembre-se, você não é o centro do universo, Deus é. Portanto, busque em primeiro lugar o reino de Deus e a sua justiça. Não busque seus próprios interesses, mas também o que é dos outros. Viva de forma piedosa diante de Deus e de forma justa diante dos homens!
Rev. Hernandes Dias Lopes – Pastor e Conferencista da Igreja Presbiteriana do Brasil. Apresenta o programa VERDADE E VIDA na BAND sábado às 12h
Fonte: www.hernandesdiaslopes.com.br
#god #Deus
#evangelho #musica #radiogospel #revista #hernandes #pregador #igreja #Bíblia #bloggospel
#músicagospel #Fernandinho #Cassiane #Damares #AlineBarros #Jesus #Cristo #cristãos
#ouviragora
Em primeiro lugar, a arrogância intelectual. A arrogância intelectual é uma tolice inominável. A arrogância do saber é uma prova incontestável da ignorância mais tosca. O que não sabemos é muito maior do que o que sabemos. O que não sabemos é um universo inesgotável diante das coisas diminutas que sabemos. O sábio é aquele que quase nada sabe. O tolo arrota saber, estadeia conhecimento e faz propaganda de sua erudição. O sábio, porém, perplexo, se humilha diante da imensidão vastíssima do que se deve saber e das gotas diminutas do que se sabe. Os soberbos, como um restolho, só têm sabugo e palha, porém, jamais se curvam humildemente diante de Deus. Aqueles, entretanto, que buscam o saber, quanto mais se aprofundam no conhecimento, mais humildes se tornam e menos fazem propaganda de sua erudição, porque vivem extasiados diante da majestade de Deus e de suas obras.
Em segundo lugar, a arrogância moral. A arrogância moral é outra destacada tolice. Proclamar suas próprias virtudes e aplaudir seus próprios feitos é de uma mediocridade sem tamanho. Só aqueles que vivem nas sombras lôbregas da ignorância moral podem exaltar a si mesmos e construir monumentos a si mesmos. Quanto mais conhecemos a santidade de Deus, mais cônscios ficamos de nossa miserável condição de pecadores. Quanto mais sondamos as profundezas de nossa alma, mais cientes ficamos das nódoas que maculam nosso íntimo. Conhecer a Deus e viver em sua presença é prostrar-se com o rosto no chão, e ter um senso profundo de nossa miserabilidade. Só a luz daquele que proclamou a si mesmo como a luz do mundo pode devassar os corredores escuros do nosso coração. Só diante dele temos consciência de que nossas justiças não passam de trapos de imundícia. Só quando nos vemos despojados de justiça própria podemos desejar ser revestidos de sua justiça.
Em terceiro lugar, a arrogância espiritual. A arrogância espiritual é loucura consumada. Só um fariseu hipócrita ostenta o verniz de sua espiritualidade fajuta e aplaude suas próprias virtudes ao mesmo tempo que reprova, de forma ácida, os delitos das pessoas que vivem à sua volta. Os homens mais piedosos são aqueles que mais choram pelos seus pecados. Os soberbos, todavia, gabam-se de virtudes que nunca tiveram. Os humildades, reconhecem-se pobres e carentes da graça; os soberbos colocam-se no pedestal da santidade, para se vangloriar em sua justiça própria. Os arrogantes estadeiam sua santidade externa ao mesmo tempo que escondem seu coração cheio de rapina. Falam de seus feitos ao mesmo tempo que escondem suas perversas motivações. Proclamam sua própria piedade ao mesmo tempo que denunciam, sem piedade, os pecados dos outros. Os soberbos são resistidos por Deus, mas os humildes são por ele exaltados. Não exalte a si mesmo, antes, humilhe-se sob a poderosa mão de Deus. Não drapeje a bandeira de suas obras. Ao contrário, faça o bem sem olhar a quem, e ordene que sua mão esquerda esqueça-se do que fez a sua mão direita. Não queira receber a glória que só pertence a Deus. Ao fazer o bem, faça-o para a glória de Deus e para o bem de seu próximo. Lembre-se, você não é o centro do universo, Deus é. Portanto, busque em primeiro lugar o reino de Deus e a sua justiça. Não busque seus próprios interesses, mas também o que é dos outros. Viva de forma piedosa diante de Deus e de forma justa diante dos homens!
Rev. Hernandes Dias Lopes – Pastor e Conferencista da Igreja Presbiteriana do Brasil. Apresenta o programa VERDADE E VIDA na BAND sábado às 12h
Fonte: www.hernandesdiaslopes.com.br
#god #Deus
#evangelho #musica #radiogospel #revista #hernandes #pregador #igreja #Bíblia #bloggospel
#músicagospel #Fernandinho #Cassiane #Damares #AlineBarros #Jesus #Cristo #cristãos
#ouviragora
As faces do medo
Leitura Bíblica: Salmo 56.1-4
Não terá medo da calamidade repentina nem da ruína que atinge os ímpios (Pv 3.25).
Existem muitos tipos de medo. Medo de escuro, de altura, de animais peçonhentos, de ser assaltado, de andar de avião, de ficar em lugar fechado, etc. O medo tem duas faces. Uma negativa e outra positiva.
Negativamente, podemos dizer que o medo é um sentimento paralisante e muito incômodo. Pode causar aprisionamento, acabar com muitos projetos bons, matar a alegria. Desse medo devemos fugir. É preciso vencer certos medos que estão neutralizando nossa ação, nos fazendo mais pobres. Não podemos nos esconder da vida, deixando de fazer coisas boas e importantes por causa do medo. Muitos de nossos medos são ilusões. São sombra de nada. Fantasmas que não são reais, não irão nos fazer mal. Não devem ser tolerados.
Positivamente, o medo serve como proteção. O medo de altura nos afasta do perigo de ficar à beira de um precipício, de cair. “O medo oferece uma vantagem enorme. Acaba com a valentia descabida. Põe um ponto final na caminhada tortuosa do pecado. Assusta quem sem razão alguma se sente exageradamente tranquilo. Em algumas ocasiões o medo põe por terra a soberba, acaba com o indiferentismo religioso, destrói planos diabólicos, gera o temor do Senhor e traz o medroso para perto de Deus outra vez” (Revista Ultimato). Este medo é bem-vindo.
Precisamos identificar as faces do medo. Ao mesmo tempo, ele pode pôr tudo a perder ou nos proteger para melhor viver. Vença o medo, aprenda com seus medos. Tenha medo de praticar o mal e coragem para fazer o bem. Viva com Deus e não tenha medo. Entregue, deposite seus medos nas mãos de Deus, confie a ele o que o perturba. “Meu filho, guarde consigo a sensatez e o equilíbrio, nunca os perca de vista; trarão vida a você e serão um enfeite para o seu pescoço. Então você seguirá o seu caminho em segurança, e não tropeçará; quando se deitar, não terá medo, e o seu sono será tranquilo” (Provérbios 3.21-24). O amor a Deus afasta o medo.
Fonte: www.hebert.com.br
#god #Deus
#evangelho #musica #radiogospel #revista #hernandes #pregador #igreja #Bíblia #bloggospel
#músicagospel #Fernandinho #Cassiane #Damares #AlineBarros #Jesus #Cristo #cristãos
#ouviragora
Não terá medo da calamidade repentina nem da ruína que atinge os ímpios (Pv 3.25).
Existem muitos tipos de medo. Medo de escuro, de altura, de animais peçonhentos, de ser assaltado, de andar de avião, de ficar em lugar fechado, etc. O medo tem duas faces. Uma negativa e outra positiva.
Negativamente, podemos dizer que o medo é um sentimento paralisante e muito incômodo. Pode causar aprisionamento, acabar com muitos projetos bons, matar a alegria. Desse medo devemos fugir. É preciso vencer certos medos que estão neutralizando nossa ação, nos fazendo mais pobres. Não podemos nos esconder da vida, deixando de fazer coisas boas e importantes por causa do medo. Muitos de nossos medos são ilusões. São sombra de nada. Fantasmas que não são reais, não irão nos fazer mal. Não devem ser tolerados.
Positivamente, o medo serve como proteção. O medo de altura nos afasta do perigo de ficar à beira de um precipício, de cair. “O medo oferece uma vantagem enorme. Acaba com a valentia descabida. Põe um ponto final na caminhada tortuosa do pecado. Assusta quem sem razão alguma se sente exageradamente tranquilo. Em algumas ocasiões o medo põe por terra a soberba, acaba com o indiferentismo religioso, destrói planos diabólicos, gera o temor do Senhor e traz o medroso para perto de Deus outra vez” (Revista Ultimato). Este medo é bem-vindo.
Precisamos identificar as faces do medo. Ao mesmo tempo, ele pode pôr tudo a perder ou nos proteger para melhor viver. Vença o medo, aprenda com seus medos. Tenha medo de praticar o mal e coragem para fazer o bem. Viva com Deus e não tenha medo. Entregue, deposite seus medos nas mãos de Deus, confie a ele o que o perturba. “Meu filho, guarde consigo a sensatez e o equilíbrio, nunca os perca de vista; trarão vida a você e serão um enfeite para o seu pescoço. Então você seguirá o seu caminho em segurança, e não tropeçará; quando se deitar, não terá medo, e o seu sono será tranquilo” (Provérbios 3.21-24). O amor a Deus afasta o medo.
Fonte: www.hebert.com.br
#god #Deus
#evangelho #musica #radiogospel #revista #hernandes #pregador #igreja #Bíblia #bloggospel
#músicagospel #Fernandinho #Cassiane #Damares #AlineBarros #Jesus #Cristo #cristãos
#ouviragora
quinta-feira, 9 de maio de 2019
quinta-feira, 18 de abril de 2019
A DÁDIVA DE SER MÃE!
“Todavia,
será preservada através de sua missão de mãe, se elas permanecerem em fé e amor
e santificação, com bom senso.” (I Timóteo 2:15)
Mãe é a
expressão do Amor de Deus. Ser mãe é uma dádiva de Deus. Ser mãe é receber de
Deus um sublime dom. (Gera posteridade)
Ser mãe é
receber um singelo dom. (Pois não existe outra forma de gerar o homem a não ser
do ventre de uma mãe)
Ser mãe é
receber um perpétuo dom. (Ela concebe um ser que nasce para ser eterno, nunca
morrerá)
Dizem que cada criança
que nasce é um telegrama de Deus anunciando que ainda ama o homem.
Por 289 vezes a
palavra “mãe” ou “mães” aparece na Bíblia. Lendo-as, notamos que o princípio
segundo o qual as mães devem ser honradas (Êxodo 20.12), junto com os pais, é
repetido várias vezes, no Antigo e no Novo Testamento.
Elas devem ser honradas por serem mães, mesmo que seus conselhos ou práticas não devem ser seguidos. Temos na Bíblia histórias de mães magníficas e outras nem tanto. Devemos, logo, afirmar que, embora haja uma imensa influência delas sobre os seus filhos, elas não são responsáveis pelas escolhas que eles fazem.
Elas devem ser honradas por serem mães, mesmo que seus conselhos ou práticas não devem ser seguidos. Temos na Bíblia histórias de mães magníficas e outras nem tanto. Devemos, logo, afirmar que, embora haja uma imensa influência delas sobre os seus filhos, elas não são responsáveis pelas escolhas que eles fazem.
A MISSÃO DE
SER MÃE
“Talvez um dos papéis mais preponderantes da mulher destacado na bíblia, seja o de mãe, embora todos os papéis sejam igualmente reconhecidos. Esse papel de mãe era tão importante nos tempos bíblicos que a esterilidade feminina chegava a ser considerada uma maldição divina, porquanto furtava a mulher de uma de suas funções mais importante na vida. Há casos destacados com especialidade como o de Sara( Gn 17:15), Raquel (Gn30), e Ana (I Sm 1:2). R. C.
“Talvez um dos papéis mais preponderantes da mulher destacado na bíblia, seja o de mãe, embora todos os papéis sejam igualmente reconhecidos. Esse papel de mãe era tão importante nos tempos bíblicos que a esterilidade feminina chegava a ser considerada uma maldição divina, porquanto furtava a mulher de uma de suas funções mais importante na vida. Há casos destacados com especialidade como o de Sara( Gn 17:15), Raquel (Gn30), e Ana (I Sm 1:2). R. C.
Muitas noites
acordadas, cansaços físicos, renúncias, ingratidões, uma tarefa difícil, árdua.
Porém é
extremamente gratificante para a mãe ver o filho que ela amamentou crescido,
criado, formado, bem encaminhado na vida.
É honroso para a
mãe ver em seus filhos suas próprias virtudes. É alentador para a mãe ser
reconhecida por seus filhos como aquela que esteve ao seu lado nos momentos
mais difíceis, educando, corrigindo, formando, protegendo, consolando,
animando.
Todo e qualquer
investimento, afim de que seja próspero tem que ter uma boa mão de que o cuida.
Assim é a mãe, para que seu filho seja prospero durante sua vida.
RISPA , A MÃE
MODELO
Mãe amorosa, não
abandonou seus filhos nem quando morreram; passando aproximadamente seis meses
enxotando as aves de rapina para que não comessem os corpos de seus dois filhos
expostos na terra. Foi honrada por rei Davi, enterrando seus filhos nas
sepulturas dos reis de Israel. (2 Sm. 21:8-14).
Quantas mães já
abandonaram seus filhos, mesmo vivos? Uma tristeza.
-Rispa, foi uma
mãe virtuosa que entendeu e aceitou a missão de ser mãe. Uma mãe
verdadeiramente convertida aos seus filhos. ( Malaquias 4:6) Mesmo em face ao
sofrimento, e morte, não abandonou seus filhos nem de dia e noite ficava perto
de seus corpos não deixando as aves devorar seus corpos.
Quantas mães já
desistiram de seus filhos deixando que as aves das drogas, dos traficantes,
prostituições, más compainhas, os pecados diversos, filmes e revistas
pornográficas, namoros fornicares, namorados dormirem na casa.
Enxote essas
aves de seus filhos, mande embora, mas não perca seus filhos.
Será sempre
lembrada em suas virtudes . Não será esquecida nem quando morrer. Será sempre
amada. Seu caráter estará evidente em seus filhos e na sua posteridade. Deus a
honrará como honrou a Rispa.
O amor de Deus
representado simbolicamente pelo amor de mãe: “ Mas Sião diz: O Senhor me
desamparou, o Senhor se esqueceu de mim. Acaso pode uma mulher esquecer-se do
filho que ainda mama, de sorte que se compadece do filho do seu ventre? Mas
ainda que essa viesse esquecer-se dele, eu, todavia , não me esqueceria de ti”
Is 49:14,15
“ Quando Israel
era menino, eu o amei; e do Egito chamei o meu filho… Todavia eu ensinei a
andar a Efraim; tomei-os nos meus braços, mas não atinaram que eu os curava.
Atrai-os com cordas humanas, com laços de amor, e fui para com eles como quem
alivia o jugo de sobre as suas queixadas, e me inclinei para dar-lhes de
comer.” Os 11:1,3,4
Deus abençoe
cada dia as mães. Para que compreendendo a sua missão na terra, nunca
desfaleça, nunca desista, nunca desanime, pois estará plantando uma semente,
regando com amor, paciência e oração.
Três mentiras que a pornografia te conta
Depois de três anos de casados, minha esposa, Trisha,
acordou no meio da noite e se deu conta de que eu não estava na cama. Ela
caminhou até nossa sala de estar e, tão logo ela olhou para a TV, eu mudei
rapidamente de canal.
Ela começou a me questionar acerca do que eu estava
assistindo, por que eu não estava na cama e por que eu mudei imediatamente de
canal. Então a pergunta repetitiva surgiu: você luta com luxúria a pornografia?
Quanto mais ela perguntava, mas intensa a conversa se tornava.
Então, eu neguei tudo. Eu disse que só estava passando
pelos canais. Eu discuti com ela acerca do que ela viu. Eu a convenci de que eu
não sofria com a pornografia ou luxúria. Ela não tinha nada com o que se
preocupar. Eu estava mentindo.
Nessa época eu não sabia, mas aquela noite seria a
primeira de muitas oportunidades que tive ao longo dos primeiros 10 anos de
casamento para ser honesto sobre meu vício em pornografia. Eu era um pastor, e
pastores não sofrem com luxúria ou pornografia. Pelo menos, nenhum pastor que
eu conhecia lutava com isso. Eu me sentia sozinho.
A verdade é que eu não estava sozinho. Eu tinha amigos
com os quais eu poderia conversar. Eu tinha parceiros de confiança para quem eu
mentia. Havia outros pastores de quem eu fugia quando questionado acerca de
pecados sexuais e lutas.
Na minha mente, minhas intenções eram boas – eu estava
tentando proteger o meu casamento. A realidade era que a pornografia estava me
contando mentiras e eu estava comprando todas elas.
Dada a quantidade de pessoas que sofrem com isso, nós não
falamos sobre o assunto o suficiente, nem de perto. Não falamos sobre isso em
nossas famílias. Não falamos sobre isso em nossas igrejas. Pensamos que evitar
o assunto o fará ir embora. Estatisticamente falando, mais de 50 por cento dos
homens lendo esse texto foram expostos à pornografia recentemente. E não é
somente um “problema de homens”. Cerca de 30 por cento dos usuários de pornografia online são
mulheres. Isso não simplesmente ir embora.
Essas são as três
mentiras que a pornografia me contou e que contará pra você também:
1. Foi a última vez
Não importa quantas vezes você olhou para pornografia,
aquela foi sua última vez. Porque você realmente acredita que aquela será sua
última vez comprando aquela revista, indo para aquele website, baixando
aquele filme – você não precisa confessar, porque aquela foi sua última vez.
Até amanhã ou na próxima semana ou no próximo mês. É a última vez – até a
próxima. Se a pornografia consegue te convencer de que “essa vez é a última
vez”, você nunca contará para ninguém.
2. Você pode parar quando você quiser
Você sabe o que a pornografia fez com outros casamentos,
outros amigos, outras famílias, outros líderes de igreja… mas você não é, de
fato, um “viciado” em pornografia. Você pode parar quando você quiser. Além do
mais, ela não tem o mesmo efeito em você que tem em outras pessoas. Não vai
machucar a sua vida, seu casamento, seus filhos, sua igreja e seu ministério
como o fez com outras pessoas.
3. Confessar a sua luta vai ter custar muito
A pornografia quer que você viva em segredo. A
pornografia nos leva a pesar o custo de se confessar versus o custo
de esconder, e nos convence de que esconder será menos doloroso. Você acredita
que está ajudando a você e o seu casamento ao esconder seu vício em
pornografia. Sua esposa – ou marido – não entenderá. Seu casamento não se
recuperará. Sua credibilidade não poderá ser reconstruída.
Algo que eu aprendi da maneira difícil: esconder o pecado
nunca nos dá o poder de superá-lo. A liberdade que você almeja é encontrada na
confissão. A liberdade custa algo a curto prazo, mas não tanto quanto a
escravidão ao longo do tempo.
Acreditar nessas mentiras nunca te dará o poder de
superá-las. Tentar parar não te dará o poder para parar. Mas a liberdade é
possível.
Isso é o que eu acredito com todo o meu coração: se você
sofre com a pornografia, Deus não está desapontado com você; Ele está lutando
por você. Ele morreu e venceu o pecado e a morte para que você tivesse a
vitória nessa área de sua vida.
Por onde começamos? Como podemos superar algo que se
agarra aos nossos corações e nos mantém vivendo em vergonha e culpa? O primeiro
lugar que eu recomendo a todos que lutam com a pornografia a começarem é com um
conselheiro cristão. Tanto eu quanto minha esposa precisávamos de alguém com
uma perspectiva e sabedoria maiores do que as nossas para nos ajudar a superar
esse conflito em minha vida.
Além disso, eu quero compartilhar um princípio com você
que eu acredito que tem o poder de trazer liberdade, esperança e cura para o
seu coração. Não será fácil, mas valerá a pena.
A cura vem pela confissão e oração. Eu sei que isso soa
bastante clichê, mas vamos olhar as Escrituras: Confessai, pois, os vossos
pecados uns aos outros e orai uns pelos outros, para serdes curados. Muito
pode, por sua eficácia, a súplica do justo (Tiago 5.16).
O tipo de confissão da qual Tiago está falando não é a
confissão para o perdão; é a confissão para a cura. Há uma cura que vem ao
nosso coração quando nós confessamos nossos pecados uns aos outros.
Muitos de nós estão acostumados com a parte do “perdão”
da confissão. Sabemos que, para alcançar o perdão de Deus, devemos confessar os
nossos pecados. Talvez você tenha crescido se confessando a um padre, talvez
seja algo que você faz em seu tempo com Deus, talvez é algo que você faz após
cometer um erro gigante. A maioria de nós sabe que o perdão de Deus vem através
da confissão.
Não conversamos muito na igreja acerca da confissão do
tipo “cura”. Na verdade, nós construímos um sistema religioso que tenta
encontrar a cura escondendo os pecados, não os confessando. Os pecados que nós
confessamos são os pecados “seguros”: inveja, amargura, materialismo, raiva e
egoísmo.
Eu era o mestre disso. Eu aparentava ser “autêntico” por
confessar pecados socialmente aceitos enquanto vivia prisioneiro de pecados que
eu não estava inclinado a confessar. Por anos, eu perdi a cura que Deus ansiava
trazer ao meu coração não porque eu não confessava meus pecados a Ele, mas
porque eu me recusava a confessá-los para qualquer outra pessoa.
Mas aqui estão 3 verdades que a pornografia nunca te
contará:
A tentação perde seu poder quando confessamos.
O pecado perde sua habilidade de nos manter fragilizados
quando confessamos.
Os vícios perdem o controle que possuem em nossas vidas
quando confessamos.
O pecado secreto que você mantém só tem poder enquanto
permanece em segredo. A Luz sempre sobrepujará as trevas. A difícil decisão que
nós encaramos é a de deixar a Luz adentrar nas trevas, nas partes mais vergonhosas
do nosso coração. Deus não pode curar as partes do nosso coração que nós
recusamos trazer à Luz. Mas, quando o fazemos, podemos ser curados.
Autor: Justin e Trisha são blogueiros, autores,
palestrantes e fundadores do ministério RefineUs. Eles são os co-autores de seu
primeiro livro, Beyond Ordinary: When a Good Marriage Just Isn't Good Enough.
PRECISA DE AJUDA?
Conselheiro Bíblico em Porangatu: Herbert Oliveira –
atendimento semanal 9 8531 1444
IMPOSTO DE RENDA
O Imposto de
Renda é um tributo cobrado todos os anos pelo governo federal sobre os ganhos
de pessoas e de empresas. É pago conforme com os rendimentos declarados, de maneira que os cidadãos com renda maior
pagam mais impostos, enquanto aqueles com renda menor pagam menos. De fato,
então, podemos classificar o IR como um valor anual descontado sobre os rendimentos dos trabalhadores
e das empresas no Brasil. Na lista de rendimentos tributáveis, entram ganhos
como salários, aluguéis, prêmios de loteria e investimentos. Como o IR é uma
tributação aplicada para cidadãos e companhias, ele se divide em duas estirpes:
o Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) e o Imposto de Renda Pessoa Jurídica
(IRPJ).
Imposto de Renda
Pessoa Física (IRPF)
O Imposto de
Renda Pessoa Física incide sobre a renda e os proventos de contribuintes
residentes no país ou no exterior e que recebem de fontes no Brasil. As
alíquotas variam de acordo com a renda, de maneira que são isentos de cobrança
os contribuintes que ganham abaixo do limite estabelecido para a apresentação
obrigatória da declaração anual.
Imposto de Renda
Pessoa Jurídica (IRPJ)
O Imposto de Renda
Pessoa Jurídica é reservado a empresas brasileiras. Assim sendo, a alíquota
aplicada incide sobre o lucro, os quais, real, presumido ou arbitrado, em
conformidade com a atividade desenvolvida e o porte do negócio. De acordo com
a Receita Federal, são contribuintes e, por conseguinte,
estão sujeitos ao pagamento do IRPJ, as pessoas jurídicas e as pessoas físicas
a elas igualadas, domiciliadas no país. Desde 1996, a alíquota do IRPJ é
de 15% sobre o lucro apurado,
com adicional de 10% sobre a parcela do lucro que exceder R$ 20.000,00 por mês.
O Imposto de Renda é retido todos os meses no salário ou
pago com base em outros rendimentos dos cidadãos. Existe ainda uma declaração obrigatória anual,
uma maneira de a Receita Federal apurar se o cidadão está pagando mais ou menos
impostos do que deveria.
Em 2019, por exemplo, o indivíduo descreve os ganhos e
gastos que obteve em 2018. Quando a Receita identifica que o contribuinte pagou
menos impostos do que o devido, ele necessita compensar o valor.
A quantia é indicada assim que a declaração é preenchida.
O pagamento pode ser feito por boleto bancário ou débito automático.
De forma descomplicada, o que o contribuinte deve fazer
é declarar todos os ganhos no
ano que passou, desde salários, aposentadoria, rendimentos de aluguel ou
investimentos.
Posteriormente, é possível elencar algumas despesas
realizadas no mesmo período, que podem ser descontadas na declaração e,
portanto, reduzir o valor dos impostos pagos – são nomeadas “deduções do IR”.
Dos gastos que o contribuinte pode deduzir do IR, os
principais são aqueles com:
Plano de saúde
(sem limites)
Filhos ou pais
(dependentes, no valor máximo de R$ 2.275,08 por dependente)
Educação (escola
e faculdade, no valor máximo de R$ 3.561,50 por dependente)
Contribuição à
Previdência Social (sem limites)
Contribuição à
Previdência Privada (que correspondam a até 12% da renda tributável).
É conveniente
mencionar que todos os valores que você colocar na declaração devem ser
rigorosamente iguais aos informados nos comprovantes de rendimentos e de pagamentos.
Grande parte das
empresas envia esses dados através de cartas, e-mails ou os disponibiliza em
seus sites.
O prazo para
declaração termina dia 30 de abril. Quem perde o prazo ou deixa de
declarar tem de pagar multa que varia de R$ 165,74 a 20% do valor do imposto
devido. Ademais, o CPF fica com restrição, o que pode impedir o contribuinte de
fazer financiamentos e, até mesmo, deixar o país.
GABRIELA GOMES FELIPE, advogada,
pós-graduada em Direito Tributário.
Testemunho Digital
Chega ser assustador o efeito da tecnologia na vida das
pessoas. A digitalização do estilo de vida tem produzido alguns paradoxos,
como: ligar pessoas do outro lado do mundo ao mesmo tempo em que isola muitos
do mundo ao seu redor; abrir as janelas do universo para uns e fechar outros em
frente a uma tela de poucas polegadas; criar relacionamentos virtuais enquanto
afasta pessoas dos relacionamentos pessoais; esses e outros tantos, frutos
dessa vida moderna.
Uma das grandes ferramentas de aglutinação desse novo
estilo de vida tecnológico são as “redes sociais” como o FACEBOOK e
INSTAGRAM. Essas tais “redes” são espaços virtuais onde as pessoas
compartilham dados, fotos, pensamentos, versículos Bíblicos, curiosidades,
encontram amigos do passado, parentes, e também demonstram o seu estilo de
vida. E é exatamente essa exposição de estilo de vida que tem servido para
perceber o baixo nível de testemunho cristão de muitos.
E em se tratando de testemunho cristão o que está exposto
em muitos perfis tem sido danoso e vergonhoso para a imagem que os não crentes
fazem da Igreja e do nome de Cristo Jesus. Muitos dos que se dizem cristãos e
evangélicos têm compartilhado piadas de duplo sentido carregadas de palavrões,
fotos e imagens indiscretas – seja de si próprio ou de outrem, sensualidade,
horóscopo, tarô, palavreado chulo, artigos generalistas que questionam a
idoneidade da Igreja, tem expostos seus conflitos com outros ‘irmãos’,
enfim, tem mostrado, literalmente, para todo mundo ver que o seu testemunho
pessoal precisa ser revisto.
Amado, não sou contrário às redes sociais; elas não são
más ou pecaminosas em si. No entanto, creio que as nossas postagens – falo
nossas porque também participo de redes sociais – expõem nosso estilo de
cristianismo, nosso compromisso com Deus, nossa vida devocional – se estamos
precisando nos aprofundar na leitura da Palavra, na oração e na adoração. Você
pode pensar que estou sendo radical, mas eu quero leva-lo a uma reflexão: “Acaso,
pode a fonte jorrar do mesmo lugar o que é doce e o que é amargoso?” (Tiago
3:11). Reflita comigo: “se o que temos exposto na ‘janela do mundo’ tem
causado mancha à imagem da Fé e, mesmo assim, eu ou você, não nos importamos
com isso, não significa, no mínimo, que a nossa maneira de viver e demonstrar
essa Fé já está comprometida com o mundo?” Lembre-se das palavras do
Apóstolo Paulo: “Não vos enganeis: as más conversações corrompem os bons
costumes. Tornai-vos à sobriedade, como é justo, e não pequeis; porque alguns
ainda não têm conhecimento de Deus; isto digo para vergonha vossa.“ (I
Coríntios 15:33-34)
Em Cristo Jesus, Senhor nosso e da Igreja.
Alessandro Capelari.
Pastor na Igreja Presbiteriana Jardim Alvorada em Maringá
–PR
Assinar:
Postagens (Atom)



























